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Brasil: se cobrir vira circo, se cercar vira hospício

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Confira, aqui no Vaca Amarela, as perguntas que políticos e autoridades ainda não responderam


Vaca Amarela é uma tradicional parlenda do folclore brasileiro, que impõe um desafio a todos aqueles que, por um motivo qualquer, não conseguem ficar calados. A escolha do nome – Vaca Amarela – se deveu ao fato de a coluna continuar acreditando na possibilidade de as perguntas serem respondidas. Participe do Vaca Amarela enviando um e-mail com sugestão de pergunta ao político ou autoridade de sua escolha.

"Vaca amarela / Cagou na tigela

Quem falar primeiro / Come a bosta dela"

 

Fala Presidente, fala!
Presidente Luiz Inácio, já são onze as perguntas formuladas pela coluna que não mereceram sua atenção, além da proposta de trocar, por curto espaço de tempo, o Palácio do Planalto pelo do Catete. Mesmo assim, vamos para mais uma de nossas indagações. Presidente, o Caos Aéreo Nacional, que toma conta do País, é reflexo, principalmente, da falta de investimentos no setor. Literalmente abandonados pelo Estado, os controladores de vôo, para sobreviverem dignamente, são obrigados a trabalhos extras fora do horário oficial de labuta para completar o salário que recebem para monitorar o espaço aéreo brasileiro. Um deles, Presidente, durante anos dividiu o próprio tempo entre a torre de controle de Brasília e a boléia de um caminhão. Presidente, como o senhor bem conhece a história de um ex-monitor de zoológico que, da noite para o dia, se transformou em empresário de sucesso, por que não mostra a esses loucos que ficam com os olhos grudados na tela do radar o caminho para chegar aos céus da fortuna? Responda, Presidente, pois o Brasil quer lhe ouvir. (Foto: fredsakademiet.dk) - (07/12/2006)

Abra o bico!
Presidente Lula, já são dez as perguntas formuladas por esta diária coluna que não mereceram sua atenção. Mesmo assim, continuaremos nessa inglória missão de tentar obter pelo menos uma resposta. O Brasil sabe que, de improviso, muitos de seus discursos são literalmente comprometedores, mas responda, mesmo que for apenas para tergiversar. Presidente, o Caos Aéreo Nacional – o mais novo monumento da incompetência de um governo que prometeu ser da esperança – impediu que um jovem cidadão brasileiro, de três anos de idade, que lutava pela sobrevivência, pudesse conferir daqui algum tempo essa maravilha de país que o senhor tanto anuncia. Presidente, o que os brasileiros ainda estão sem entender são as razões que mantêm o ministro da Defesa, Waldir Pires, no cargo. Presidente, para a família do garoto que morreu, a palavra esperança simplesmente inexiste. O senhor tem absoluta certeza de que, à noite, dorme tranqüilo? Responda, Presidente, pois o País exige uma explicação. (Foto: img.epochtimes.com) - (06/12/2006)

Prova de fogo
Presidente, o senhor pode até achar que se trata de perseguição, mas os brasileiros têm sede de respostas. Presidente, protestar contra qualquer autoridade federal na Esplanada dos Ministérios é o mesmo que colocar um formigueiro em Marte. Ou seja, nada representa em termos de contingente humano. Caso essa barbárie aérea tivesse ocorrido à época do primeiro turno, suas malas de retorno a São Bernardo do Campo já estariam prontas. Por outro lado, Presidente, a coluna tem uma sugestão a fazer. Como o senhor, magistral que é, acredita na aprovação popular de seu governo, sugerimos que troque, por no máximo quinze dias, o Palácio do Planalto pelo lendário Palácio do Catete, que um dia já foi sede do governo. Se de lá, do Catete, o senhor não for escorraçado, nós interromperemos imediatamente as perguntas. Combinado, Presidente? (Foto: petroleumworld.com) - (06/12/2006)

Solte a voz, Presidente!
Presidente Lula, já são nove as perguntas formuladas pela coluna que continuam sem resposta. Mesmo assim, nossa árdua missão de tentar ouvir a sua voz vai continuar. Presidente, durante décadas, o seu partido, o PT, bradou por ética e transparência na política, o que nem de longe aconteceu em seu primeiro governo. Mas todos nós sabemos que o senhor de nada sabia. Por iniciativa desta coluna, a qual o senhor desdenha, as compras palacianas sempre foram divulgas com a devida antecedência, o que levou, certa vez, o senador Eduardo Suplicy a questionar-nos, através de um parente, sobre como conseguíamos informações antecipadas. Foi de nossa lavra aquela fatídica denúncia sobre as duas mil latas de cerveja que serviram para irrigar um sabático e futebolístico rega-bofe na Granja do Torto. De uns meses para cá, o brasileiro, aquele que financia suas sandices, está impedido de saber o que o Palácio do Planalto compra com o suado dinheiro público. Os gastos com os cartões de crédito corporativos não são divulgados por questões de segurança. E as compras, Presidente? Será que a horda palaciana deixou de comprar? Responda, Presidente, pois o Brasil quer ouvi-lo.(Foto: psrdc.org) - (05/12/2006)

Silêncio desnecessário
Presidente Lula, já são oito as perguntas formuladas pela coluna que não mereceram a sua atenção. Mesmo assim, vamos prosseguir em nossa árdua missão. Presidente, desde os primeiros momentos após o acidente com o Boeing da Gol, em 29 de setembro, a coluna noticiou, sem medo de errar, que as causas da maior tragédia da aviação brasileira estavam relacionadas com falhas no controle do tráfego aéreo. De igual maneira, Presidente, insistimos na tese de que a ninguém interessava, naquele instante, assumir oficialmente a culpa pelo desastre, o que poderia comprometer de maneira séria e irreversível sua campanha pela reeleição. Agora, Presidente, a grande imprensa, sempre no rastro desta desafeta coluna, surge com a informação de que a morte dos seis tripulantes e dos cento e quarenta e oito passageiros que embarcaram no vôo 1907 da Gol foi bem guardada pelo governo federal durante quarenta e oito horas. Ou seja, o tempo necessário para que o primeiro turno transcorresse com tranqüilidade. Presidente, nossa pergunta de hoje será curta, porém nada simplista. O senhor dorme com a consciência tranqüila? (Foto: Keystone) - (04/12/2006)

O Brasil te escuta
Presidente Lula, já são sete as perguntas formuladas pela coluna que não mereceram a sua devida atenção. Mesmo assim, passemos para a próxima. Por ocasião de sua passagem pela Câmara dos Deputados, durante a Assembléia Nacional Constituinte, o senhor deu as costas ao parlamento alegando que lá existiam mais de trezentos picaretas. Agora, quando entra no derradeiro mês, seu primeiro governo termina sob a égide da corrupção, sendo que a companheirada foi a principal protagonista do caos. Ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu teve o mandato de deputado cassado por ter comandado, de acordo com a justiça, o fatídico mensalão. Antonio Palocci Filho, que comandou a Economia do País por mais de três anos, deixou o Ministério da Fazenda por ter quebrado o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Ricardo Berzoini, que passou pelo Ministério da Previdência e foi o coordenador de sua campanha à reeleição, foi afastado da presidência do PT por ser um dos aloprados do Dossiê Cuiabá. Ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso deixou a instituição por estar envolvido diretamente no Nildogate. João Paulo Cunha, Professor Luizinho, José Mentor, João Magno, Silvio Pereira e Delúbio Soares - para não estender demais a lista – se envolveram no fatídico e criminoso esquema de propinas comandado por Marcos Valério. Será, Presidente, que o senhor adequou ao seu modo aquela teoria de um conhecido fabricante de televisores: os nossos picaretas são melhores do que os picaretas dos outros? Responda, Presidente, o Brasil, cansado de picaretas com mandato, quer uma resposta. (Foto: Associated Press) - (01/12/2006)

Quando soltar a minha voz...
Presidente Lula, já são seis as perguntas da coluna que continuam sem as merecidas respostas. Mesmo assim, continuaremos fazendo da persistência uma de nossas bandeiras. Durante a recente campanha eleitoral, Presidente, o senhor condenou, falaciosamente, as privatizações ocorridas na era FHC, além de ter mentido ao dizer que o tucano Geraldo Alckmin, caso vencesse, privatizaria empresas estatais de porte. Agora, Presidente, com a reeleição garantida, o senhor assiste calado ao discurso da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), que anunciou nesta quarta-feira a intenção do governo de privatizar o aeroporto de Natal, no Rio Grande do Norte. Por outro lado, Presidente, a mesma Dilma disse, há dias, que a infra-estrutura nacional só será retomada com a participação maciça da iniciativa privada. Presidente, responda só para a coluna – ninguém mais ficará sabendo desse nosso colóquio – o senhor acreditaria em um outro governo que mentisse tanto quanto o seu? Responda Presidente, responda! (Foto: turkishpress.com) - (30/11/2006)

Por favor, entenda...
Presidente Lula, mesmo que nossas perguntas continuem sem resposta, não imprimiremos à nossa democrática argüição um ritmo homeopático. Assim, Presidente, vamos à próxima pergunta. O senhor, como representante da classe trabalhadora, sabe muito bem o que representa um patrão covarde que não tem a coragem suficiente de demitir seus funcionários pessoalmente. O que ocorreu com o embaixador Paes de Andrade foi algo parecido com o que o senhor e a “companheirada”, nos tempos de labuta, criticavam com razão. Quem contrata olhando nos olhos, assim deve agir no momento da demissão. O Brasil, Presidente, está longe de ser o paraíso que o senhor tanto anuncia. Será que tal situação teria levado a primeira-dama, Marisa Letícia, a solicitar, tempos atrás, a cidadania italiana? Será que a Dona Marisa não acredita que aqui, nesse Brasil prodigioso que só o senhor enxerga, não serve para garantir um futuro melhor ao seus filhos? Presidente, mesmo que seja com deselegância idêntica à que dispensou a Paes de Andrade, responda. (Foto: abc.es) - (30/11/2006)

Presidente, responda!
Com uma dívida de quase R$ 10 milhões – boa parte devida a gráficas da capital paulista – o comitê de campanha pela reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva encontrou uma saída, horas antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, para fechar a contabilidade. O passivo da campanha, de acordo com documento protocolado no TSE, será assumido pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. O que causa enorme estranheza é o fato de o PT nacional assumir nova dívida de grande monta, enquanto os empréstimos concedidos pelos bancos Rural e BMG – contraídos por Marcos Valério, Delúbio Soares, Silvio Pereira e companhia limitada – ainda não foram pagos. Muito estranhamente, as duas instituições financeiras, que prometeram cobrar a dívida na Justiça, até agora não se mexeram. Presidente, o senhor vai novamente dizer que não sabia? Responda, Presidente, o Brasil quer ouvi-lo. (Foto: frbatlanta.org) - (29/11/2006)

Calou por quê?
Presidente Lula, já são cinco as perguntas formuladas pela coluna que continuam sem resposta. Mesmo assim, vamos prosseguir em nossa missão. O povo brasileiro já está ciente de que o senhor de nada sabe, e por isso vamos narrar alguns casos para, no final, formularmos nova pergunta. O seu genro, Presidente, o Marcelo Sato, casado com a Lurian, é assessor da deputada estadual Ana Paula Lima, do PT de Santa Catarina. Mas é só uma coincidência. O mesmo Marcelo Sato, Presidente, é dono de uma empresa de consultoria que presta serviços ao Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Mas é apenas mais uma coincidência. O Besc, Presidente, é comandado pelo companheiro Eurides Mescolotto, ex-marido da senadora Ideli Salvatti (PT-SC). Mas é apenas mais uma coincidência. O mesmo Besc, Presidente, tinha como diretor, até bem pouco tempo, Jorge Lorezentti, um dos aloprados do Dossiê Cuiabá. Mas é apenas mais uma coincidência. Calma, Presidente, a novela da “companheirada” ainda não acabou. (28/11/2006)

Silêncio palaciano
Ainda a novela... E por falar em coincidência, Presidente, o primeiro-genro Marcelo (Sato) tem o mesmo sobrenome da delegada da polícia paulista Elizabeth (Sato), responsável pelo arquivamento do inquérito sobre o caso Celso Daniel. Estranho, Presidente, foi um crime ocorrido em Santo André ter sido analisado em no 78º Distrito Policial de São Paulo, localizado na elegante e badalada região dos Jardins, zona nobre da capital paulista. De acordo com o conteúdo de-mail enviado pelo ex-tesoureiro do PPS, Rui Vicentini, a delegada Elizabeth seria parente de Marcelo Sato. O senhor sabia disso, Presidente? Responda, Presidente Lula, o Brasil está carente de suas respostas. (28/11/2006)

Fala que eu te escuto
Presidente Lula, já são quatro as perguntas formuladas pela coluna que estão sem resposta. Mas não há problema quanto ao seu mutismo, pois o Brasil já se acostumou a isso. Em novembro de 2005, Presidente, o domínio “lula.org.br” estava sob a responsabilidade do criador da cueca endinheirada, o companheiro José Genoíno Neto, do qual o senhor tão bem fingiu ter se afastado. Agora, o mesmo domínio está sob a responsabilidade de Ricardo José Ribeiro Berzoini, o aloparado companheiro que, segundo a Polícia Federal, ordenou a compra do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos supostamente contra candidatos tucanos. Presidente, considerando que nos lugares que freqüentamos ainda vale o dito popular do “diga-me com que andas e dir-te-ei quem és”, é no mínimo estranho que um sítio eletrônico que leva seu nome esteja sob a responsabilidade de pessoas envolvidas em escândalos. Mesmo que o tal domínio cibernético pertença legalmente ao PT, um outro nome poderia aparecer como responsável. Como o senhor confia, e muito, no dadivoso e benevolente Paulo Okamotto, que tal se ele passasse a ser o responsável pelo “lula.org.br”. Responda, Presidente, responda! O Brasil quer ouvir a sua voz. (27/11/2006)

Vai responder ou não, Presidente?
Presidente Lula, já são três as perguntas formuladas pela coluna que não mereceram a sua atenção. Mesmo assim, vamos continuar perguntando, pois o brasileiro começa a entender que aqui a verdade é publicada, doa a quem doer. Antes da corrida presidencial, Presidente, o senhor disse que a Saúde no Brasil estava próxima da perfeição. Como até hoje o brasileiro não sabe os motivos que levaram o companheiro Zé Alencar a Nova York, vamos nos ater aos problemas da Saúde no belo Rio Grande do Sul, onde quinze hospitais públicos estão em estado de coma. Em Bagé, Presidente, terra do prefeito reeleito Mainardi, do PT - ele é seu amigo pessoal – o hospital público local está agonizando. A Casa de Saúde de Santa Maria, cidade do prefeito reeleito Valdeci, do PT, coordenador da sua campanha lá no querido Rio Grande, está em situação muito complicada. Mas não se apoquente ainda, Presidente Lula, pois a pergunta ainda não terminou. (24/11/2006)

Fala Presidente, fala!
Continuando no caos da Saúde, Presidente, um fato inusitado, e estarrecedor também, vem acontecendo na gaúcha Santana do Livramento, cidade lindeira de Rivera, no Uruguai. Lá na fronteira do Rio Grande, Presidente Lula, as crianças brasileiras estão nascendo no Uruguai, porque os hospitais brasileiros não têm condições de atendimento. Isso mesmo, Presidente, os brasileiros agora nascem no exterior só porque a Saúde no Brasil está próxima da perfeição. Mas essa sua democracia é invejável, Presidente, porque pelo menos o direito de visitar um hospital estrangeiro não é privilégio exclusivo do companheiro Zé Alencar. Ou seja, a gurizada gaúcha já é parida fora do Brasil. Presidente, respondendo só para o ucho.info – ninguém vai ficar sabendo – e deixando de lado aquela coisa horrorosa do “nunca nesse País” o senhor acredita mesmo que a perfeição ronda a Saúde brasileira? Responda, Presidente, os doentes tupiniquins o aguardam. (24/11/2006)

Responda Presidente!
Presidente Luiz Inácio, já são duas as perguntas formuladas pela coluna que o senhor não respondeu. Será porque deixamos de lado o protocolo e optamos por não utilizar Vossa Excelência? Bem, presidente, aqui vai a terceira pergunta: O seu companheiro e ministro Paulo Bernardo da Silva, do Planejamento, anunciou que o governo federal deve vender, em breve, sua participação na Eletrobrás, empresa que será transformada em uma espécie de “Petrobras do setor elétrico”. O ministro Paulo Bernardo disse que a fonte de inspiração do governo federal foi a iniciativa do governo paulista, que está perto de vender sua participação na Nossa Caixa. Presidente, é verdade que a persistência às vezes debilita a memória, mas não foram suas as palavras que, durante a recente campanha presidencial, criticaram a privatização da Nossa Caixa? Presidente, não desdenhe este espaço informativo, pois milhares de brasileiros, já cansados de notícias manipuladas, buscam aqui a verdade. Responda presidente, o Brasil o aguarda! (23/11/2006)

Vai responder, Presidente?
Presidente Lula, muito irresponsavelmente acreditamos que o senhor responderia à nossa pergunta sobre os motivos que levaram o vice-presidente José Alencar a Nova York, quando a saúde no Brasil, segundo suas declarações de campanha, está próxima da perfeição. Como persistir é uma de nossas marcas, continuamos no aguardo. Agora, pegando carona no seu messianismo, tomamos a liberdade de formular nova pergunta. O Banco do Estado do Piauí (BEP), estado governado pelo companheiro Wellington Dias, será privatizado, de acordo com recomendação do Ministério da Fazenda. Presidente, como essa será a terceira instituição financeira a ser privatizada sob sua égide – o Banco do Estado do Ceará (BEC) e o Banco do Estado do Maranhão (BEM) são as outras –, como fica aquela declaração mentirosa de campanha, de que os tucanos são especialistas em privatizações? Presidente, não se avexe por não responder, pois o Brasil já está ciente de que o senhor de nada sabe. (22/11/2006)

Responda presidente!
Tão logo o vice-presidente José Alencar anunciou que se submeteria a uma nova cirurgia, desta vez em Nova York, para a retirada de um câncer no abdômen, a coluna questionou o presidente Luiz Inácio sobre as razões da viagem, uma vez que, segundo o próprio Lula, a saúde no Brasil estava próxima da perfeição. Desde o questionamento da coluna até hoje, ninguém ousou responder, o que faz do discurso de campanha de Lula uma inverdade. Presidente, aqui entre nós, sem que mais ninguém saiba deste nosso informal, reservado e cibernético colóquio, quais, na sua opinião, os motivos que levaram o companheiro Zé Alencar para Nova York? Presidente, peço que responda a este contumaz crítico do Estado, para que, sem o menor problema de vaidade, possa defender a sua teoria sobre a qualidade da saúde no país que, segundo os marqueteiros palacianos, é de todos. E do companheiro Zé Alencar também! (21/11/2006)

 

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