Casos arquivados pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Depuatdos
* Raul Jungman (PPS-PE) - Acusado de quebra de decoro parlamentar por, juntamente com a jornalista Flávia Pires Torreão, ter liderado um esquema de desvio de verbas públicas para gastos com publicidade entre 1998 e 2002, no valor de R$ 33 milhões. À época, Jungman era ministro do Desenvolvimento Agrário. A informação foi publicada em três jornais e foi trazida ao Congresso.
* Paulo Rocha (PT-PA) - Segundo informação investigada por jornalistas, ele foi acusado de quebra de decoro parlamentar por receber, na qualidade de ex-líder do PT, por intermédio de sua assessora, Srª Anita Leocádia, R$ 920 mil do Valerioduto.
* Valdemar Costa Neto (PR-SP) - Segundo informação divulgada na mídia e na CPMI dos Correios, ele foi acusado de quebra de decoro parlamentar por receber R$ 10.837.500,00 do esquema do Mensalão.
* João Magalhães (PMDB-MG) – Dois jornais publicaram acusação de quebra de decoro parlamentar por ter ganhado R$ 42 mil no esquema das Sanguesugas e por ter participado de um esquema de compra e venda de emendas parlamentares, mediante comissão.
* Olavo Calheiros (PMDB-AL) - Acusado de quebra de decoro parlamentar pela mídia por fraudar licitações para a Construtora Gautama, por meio da Operação Navalha. Também por troca de influências para beneficiar a empresa Schincariol na compra de uma fábrica de refrigerantes em Alagoas, de sua propriedade. A Schincariol havia doado verbas para a campanha do deputado. Por fim, foi acusado de ter usado laranjas na grilagem de terras no município de Murici-AL.
* Paulo Magalhães (DEM-BA) - Acusado de quebra de decoro parlamentar por ter fraudado licitações públicas na Operação Navalha. Uma conversa gravada pela polícia federal mostra o deputado combinando com Zuleido Veras uma forma de pressionar os ministros do TCU para beneficiar a empresa Gautama em processos para conseguir licitações e contratos para realização de obras.