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Manifestações de apoio enviadas ao editor do site, em razão das acusações irresponsáveis, levianas e infundadas da última semana, disparadas por um jornalista que está a serviço de poderosos

 

Clique e confira a resposta do editor

 

Mensagem enviada enviada pelo Professor Roberto Romano da Silva

São Paulo, 7 de março de 2005

Não raro, na história dos povos, jornalistas levantam as iras de poderosos. Recordo apenas o caso mais célebre de todos, o de Emile Zola. Quando ele decidiu combater uma injustiça virulenta, no caso Dreifus, sofreu todo tipo de ataques, precisando sair de sua terra para não ser preso. Assim, todo jornalista digno deste nome experimenta, cedo ou tarde, o poder das forças políticas, econômicas, ideológicas, religiosas contra a sua frágil pena.

Nos tratos que mantive e mantenho com o jornalista Ucho Haddad, noto o seu entusiasmo com as causas públicas e o desejo ardente de participar das lutas em prol da transparência nos assuntos oficiais. No Brasil, existem muitos segredos, muitos interesses que buscam asilo na escuridão, longe dos olhos da cidadania. A coluna que Ucho Haddad mantém (http://www.ucho.info) possui a marca da polêmica, mas nela os temas são de interesse geral, sem concessões a grupos ou seitas.

Espero que os incomodados com a independência do jornalista Ucho Haddad se abstenham de usar recursos de ordem menor para afastá-lo das lides democráticas brasileiras. Que toda a verdade venha à tona, sem receios ou tergiversações.

Prof. Roberto Romano da Silva (*)

(*) Professor titular de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor de Ética, também pela Unicamp. Doutor em Filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris e membro do Instituto de Filosofia e de Ciências Humanas da Unicamp, é autor dos livros "Brasil, Igreja contra Estado", de 1979, "Copo e Cristal, Marx Romântico", de 1985, e "Conservadorismo Romântico", de 1997.

 

Mensagem enviada pelo jornalista Claudio Julio Tognolli

Ucho Haddad é meu amigo pessoal, meu vizinho. Meu site está linkado ao dele com prévia autorização minha - sinal de que acredito em sua boa fé. O Ucho pode contar comigo sempre.

Claudio Julio Tognolli (*)

(*) Professor doutor da ECA-USP membro do International Consortium of Investigative Journalism (www.icij.org), que conta com apenas 100 membros no mundo, escolhidos mediante análise de curriculum e prática de jornalismo investigativo sério. 

 

Mensagem enviada pela jornalista Marli Gonçalves

São Paulo, 7 de março de 2005

Querido Ucho,

Estou pasma. Acho que você andou cometendo de novo aquele crime de desagradar os poderosos, hem? Não esqueça que já te falei que esses poderosos todos têm veículos e jornalistas amestrados, bem mansinhos e comandados. E que não são focas, hem?

Nem se aborreça. O texto que te ataca parece comida requentada em panela velha; não tem uma informação que preste, nova. A pessoa só juntou um monte de palavras sabe-se lá de onde para atacar você. Será inveja? Acho que ele também gostaria de ter criado – como você criou – uma mídia própria, independente, e que a cada dia tem tido mais acessos e importância, como o www.ucho.info.

Caramba, entre as acusações uma é a de que você já foi preso! Oh! Você foi preso! Oh! Como que pessoas sérias – e ele ainda tem coragem de citar uma lista de nossos amigos em comum – podem confiar em você? Escrever em seu site?

Nunca vi tanta bobagem. Quem ele pensa que é para cobrar isso? A mais nova patrulha do pedaço?

Depois, ainda, te acusa de falso jornalista! Como é que você consegue, hem?!? Você nunca nem me disse que tinha diploma! Ucho, tem gente que gosta mesmo de papel, heim?

Amigo, acho que você realmente, mais uma vez, andou contrariando interesses, e dos bons! Continue atrás dessas notícias porque, se estão tentando te parar, é porque aí tem.

Toda a minha solidariedade,

Marli Gonçalves (*)

(*) Jornalista

 

Mensagem enviada pelo jornalista Carlos Brickmann

Ucho, Evaldo ou o nome que você quiser usar (e ninguém tem nada com isso):

João Rubinato é o nome original de Adoniran Barbosa. Norma Jean é o nome original de Marilyn Monroe. Kirk Douglas não se chama Kirk Douglas, Doris Day não se chama Doris Day, Rita Hayworth e Lana Turner não se chamavam Rita Hayworth nem Lana Turner. E quanta alegria nos deram!

Já don Tomás de Torquemada, o inquisidor, o torturador, o assassino, chamava-se Tomás de Torquemada, mesmo. E só nos trouxe tristeza. Não entendo por que tanta insistência acusá-lo de não se chamar Ucho, mas Evaldo. E daí? Vão Gogo era menos Vão Gogo porque se chama Millôr - ou, como pretendia seu pai, Milton?

Não entendo por que acusá-lo de não ser jornalista. Você não escreve uma coluna jornalística? Será que é por não ter diploma? Nesse caso, somos colegas. Também não tenho diploma. Nem Millôr. Nem um imenso grupo de excelentes jornalistas. Mas, sinceramente, espero que o problema não seja a falta de diploma. A Arca de Noé foi construída por gente sem diploma. O Titanic, por gente com todos os diplomas possíveis e imagináveis.

Não entendo, a propósito, por que voltam a acusá-lo agora. Cadê o gancho? Qual o acontecimento que justifica a volta da agressão? Será que você andou ferindo interesses, Ucho? Será que você mexeu com estruturas de poder, Evaldo? Será que alguém, atingido por alguma notícia de sua coluna, decidiu revidar, Fenerich? 

Como vê, seja o qual for o nome pelo qual o chamo, a dúvida é a mesma: onde é que você andou pesquisando que alguém poderoso não tinha interesse de ver pesquisado? 

Vá em frente, Ucho. Lembre-se de que ninguém chuta cachorro morto. Se alguém se esforça para atingi-lo, é porque atingi-lo vale a pena.

Abração,

Carlinhos Brickmann (*)

(*) Jornalista, diretor da Brickmann & Associados Comunicação, Analista Político e Colunista do Diário do Grande ABC

 

Mensagem enviada pelo jornalista e escritor José Nêumanne Pinto

Caro Ucho Haddad,

Não sei quem é José Paulo Lanyi nem estou interessado em saber. Nunca abri o site Comunique-se e tomei conhecimento das diatribes que ele escreveu contra você, porque amigos me mandaram pela internet, uma vez que, sem minha autorização, de forma impertinente (com o jeito abusado de arrombar portas que os policiais usavam à época da ditadura), ele citou meu nome, patrimônio profissional que me resta. Ele me enviou um questionário abusado e respondi simplesmente que o que escrevo e onde ponho o que eu escrevo não é da conta do nariz abelhudo dele. Aproveito seu espaço democrático aqui para dizer que também não é do interesse de ninguém que esteja atrás da diatribe dele, seja do poder político, econômico ou policial. O tom da diatribe é inquisitorial e ela tem o cheiro nauseabundo de patrulha policial e censura escrota. Melhor faria seu detrator fosse pentear macacos.

José Nêumanne Pinto, jornalista (e daí?) (*)

(*) José Nêumanne Pinto, jornalista e escritor, é editorialista do Jornal da Tarde.

Abaixo seguem as respostas de José Nêumanne Pinto ao questionário inquistório do jornalista e dublê de algoz eletrônico

Sobre o fato de ter sido chamado de "caro" pelo jornalista.

Nêumanne - Não me lembro de conhecê-lo pessoalmente. Pode ser uma grave falha de minha cultura, mas a verdade é que tenho por hábito dar tratamentos como caro a pessoas de minhas relações ou, no máximo, de meu convívio.

Sobre o portal que abrigou as acusações.

Nêumanne - Não conheço, nunca abri, nunca ouvi falar. Perdoe-me a segunda falha cultural.

Sobre a colaboração de Nêumanne Pinto ao ucho.info.

Nêumanne - Não me consta que o fato de eu figurar no site de Ucho Haddad seja de sua conta.

Sobre o fato de Nêumanne Pinto saber da minha história de vida.

Nêumanne - Está aí mais um assunto que não me parece lhe dizer respeito. Não posso imaginar por que lhe deva dar esse tipo de satisfação ou informação.

Sobre o fato de ser, como tantos outros, um jornalista sem diploma e ter deixado os EUA para voltar a viver no Brasil.

Nêumanne - Não estou interessado.

Sobre a continuidade da coluna de Nêumanne Pinto no ucho.info.

Nêumanne - O senhor há de convir que se trata de assunto de exclusivos interesses do sr. Haddad e meu. Não estamos tratando do site Comunique-se, certo? Portanto, não lhe diz respeito.

Sobre o que pensa Nêumanne Pinto sobre o Ucho Haddad.

Nêumanne - Considero suas questões impertinentes. Cheiram-me a patrulha, para dizer o mínimo. Têm o cheiro nauseabundo da censura. O que o Sr. Ucho Haddad fez ou deixou de fazer não tem o mínimo interesse para mim. E não me parece que lhe deva informar sobre o destino que dou ou deixo de dar a textos que escrevo ou deixo de escrever. Não me consta que o senhor tenha autoridade de me inquirir sobre o que faço deles.

Sobre o artigo leviano e descabido que o inquisidor enviou a Nêumanne Pinto.

Nêumanne - Se o senhor me permite, só li seu texto por causa da leviandade com que o senhor se refere a meu nome, fazendo menção que não tinha motivo de fazer. Neste momento, dedico-me à leitura de depoimentos de Roberto Romano, Carlos Brickman, Marli Gonçalves, Cláudio Tognolli e Ipojuca Pontes, profissionais cujos nomes me soam mais familiares que o seu.

Sobre o fato do jornalista inquisidor ter encerrado o e-mail enviado a Nêumanne Pinto com a palavra "grato".

Nêumanne - Não sei por que me seria grato, mas lhe garanto que não agradeço nada sua tentativa desrespeitosa, censória e absurda de interferir na liberdade que tenho de produzir e distribuir textos que eu escrevo. Permita-me solicitar-lhe que dedique a meu nome e a minha produção idêntico descaso que voto aos seus.

 

Mensagem enviada pelo jornalista Wanderley Nogueira, respondendo ao responsável pelas acusações

"Caro Lanyi,

Em primeiro lugar lamento muito essa rota de colisão entre você e o Ucho. Torço para que isso termine. Sei que você é um profissional sério e bem intencionado. Acompanho o seu trabalho há muito tempo e quando fui convidado para participar do programa de TV que você faz com o Eduardo, aceitei com prazer e tive ótima impressão do que ví e ouvi. Além disso, fui tratado com muito respeito profissional. Infelizmente, a correria do dia-a-dia impede encontros mais frequentes.

Sobre o Ucho tenho a mesma impressão favorável que tenho de você. Acompanho sua coluna, acho bem informativa e o considero um homem de boa fé. Sempre mostrou respeito e admiração pelo meu trabalho. Há alguns meses eu o convidei para escrever dois comentários semanais sobre esporte no meu site. Ele gentilmente aceitou e sugeriu um link no seu site. Eu concordei e agradeci. Só isso. A intensa atividade profissional  também me impede ter contatos regulares com o Ucho.

Nas últimas horas lí o que você e o Ucho escreveram. Confesso, fiquei triste. Imagino que os demais jornalistas citados por você também tenham sentido a mesma coisa. Quando pessoas que respeitamos pelo trabalho que realizam entram em atrito temos a obrigação de tentar aproxima-las ou lutar para que as diferenças sejam superadas."

Wanderley Nogueira (*)

(*) Jornalista

 

Mensagem enviada pelo Delegado Antonio Carlos Rayol, cujo nome foi irresponsavelmente embutido no ataque travestido de matéria jornalística

Olá Ucho,

Um homem se mede pelos amigos e inimigos que tem. Considerando quem o ataca e quem o apóia é possível aferir que você está no caminho certo!

Lembro-me de uma época, em 2002, quando chefiava a DRE/RJ (Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal) e abri vários inquéritos para apurar lavagem de dinheiro e pedi o seqüestro judicial de vários imóveis de Fernandinho Beira-Mar.

Fui procurado pelo principal advogado dele, o Dr. Lídio da Hora, que veio com uma conversa de sereia que repeli imediatamente.

Meses depois, conversando com um advogado amigo, ele comentou que havia encontrado o Lídio da Hora, o qual falando a meu respeito, desfiou cobras e lagartos.

Meu comentário imediato foi: GRAÇAS A DEUS!!! Ficaria preocupado se Lídio da Hora me elogiasse!

Abraços UCHO, e conte comigo.

Lamento não ter conhecido você há mais tempo.

Rayol (*)

(*) Antonio Carlos Rayol é Delegado Especial da Polícia Federal, especializado em crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de entorpecentes e terrorismo

 

Mensagem envida pelo jornalista e escritor Ipojuca Pontes

Caro Ucho,

Soube que você, jornalista de combate, vem sendo acuado por patrulha ideológica que impera na midia eletrônica. Tome cuidado, pois, neste terreno, o jogo é bruto: as patrulhas são inquisitoriais e fazem de tudo para sacrificar a vítima, apelando sempre para os métodos de intimidação característicos do melhor estilo cubano-soviético. 

Quando fui integrante de um núcleo de cinema no início dos anos 80, no Rio de Janeiro, descobri que para se assenhorear do poder adotavam uma técnica que consistia em desclassificar o adversário, tratando-o, para intimidá-lo, por corno, veado, ladrão ou... dedo-duro.

Glauber Rocha, por exemplo, era tido como louco e drogado. Teve de fugir do Brasil. Foi um dos motivos pelos quais terminei por me distanciar de um certo esquerdismo cinematográfico.

O certo é que existe a Justiça e, cedo ou tarde, tudo será esclarecido. Até lá, você goza de minha confiança e disponha do colaborador do ucho.info, que só tem por você estima e admiração.

Abraço, 

Ipojuca Pontes (*)

(*) Ipojuca Pontes é cineasta, destacado documentarista do cinema brasileiro, jornalista, escritor, cronista e ex-Secretário Nacional da Cultura.

 

Mensagem enviada pelo advogado e articulista Antonio Carlos Ferreira

Prezado Ucho,

Venho trazer minha solidariedade às infâmias contra si assacadas, por aqueles que negam o direito de informar. Informar somente contra os outros inimigos, nunca contra si. O poderio econômico sempre assim agiu, e, sempre assim agirá. O Estado acompanha-o em gênero, número e grau. Creio que o nobre e investigativo jornalista, habituado a essas refregas continuará a perseguir a divulgar verdades, ainda que incomodem aos poderosos, especialmente os de plantão.

Ucho, em 1959, o Juiz Darcy de Arruda Miranda deu decisão que mereceu ampla repercussão à época, e lá se vão quase cinqüenta anos:

“O noticiário amplo, rápido é uma exigência que, nos dias que correm – diz Florian – o público impõe ao jornalista; se não a satisfaz, o jornal perece. É uma tenaz inexorável, a que não pode fugir o jornalismo. Sem, crônica – como justamente escreve Cagliolo – não há jornal; sem o reconto dos fatos nobres e brutais, dignificantes ou infamantes, não há crônica. E as questões se devem discutir como surgem na vida prática, e não como a este ou aquele agradaria que fossem. De que serviria proclamar grande importância e a inexaurível utilidade do jornalismo, se, a seguir, se lhe negam os meios para corresponder a elas? Nada terá que fazer com o direito formal e abstrato contido na fórmula “liberdade de imprensa”; o que se reclama, e com razão, é uma liberdade de fato, uma liberdade que não se inclina ante as afetadas suscetibilidades pessoais e as ilusórias ou dissimuladas verdades da ambição.O jornalista que simplesmente narra um fato, que lhe chegou ao conhecimento de forma direta ou indireta, estará em pleno exercício de um direito constitucional e obediente aos cânones que a liberdade de imprensa estrutura e consagra”.

A intenção, caro amigo, é, simplesmente, calá-lo, e sei que não se calará ante seres mesquinhos e abjetos.

Lembro-o, ainda, que “Do mesmo modo como o ar, que se confinou, já não é ar, é carbono, é tóxico, é filtro de contaminações, desnutre, envenena, mata assim a imprensa tutelada, a imprensa policiada, a imprensa maculada pela censura, deixou de ser imprensa, porque da sua supressão, órgão por excelência da fiscalização do governo do povo pelo povo, transformou-se em encobridouro, para ocultar ao povo os atos do governo”. (Ruy Barbosa, em João Mangabeira – Rui: o estadista da República, p. 180.)

Caro jornalista, deixo-lhe as lições acima nessa hora de desafios e infâmias.

Conte sempre com minha colaboração e amizade.

Antonio Carlos Ferreira (*)

(*) Antonio Carlos Ferreira é advogado, especialista em Direito Administrativo e Responsabilidade Civil Púbica. Ex-articulista do site Consulex, é autor do livro Responsabilidade Civil por Atos da Administração Pública, reconhecido tradutor da Teoria Geral do Direito de Francesco Carnelutti e um dos resposnáveis pela elaboração do anteprojeto da lei Orgânica da Polícia, em 1968.

 

Mensagem enviada pelo publicitário Ruy Nogueira Netto

Ucho,

No momento em que, uma vez mais, e por motivação sabidamente torpe, seus detratores de sempre lhe colocam na alça-de-mira, receba o meu apoio.

O gueto virtual onde você é apedrejado, é o valhacouto de um jornalista que chefiou a assessoria de imprensa da campanha de José Serra à presidência da República em 2002 e tem como colunista um assessor de parlamentar do PSDB paulistano. Isso, talvez, responda a uma interrogação recorrente: qual a razão de tanto ódio?

Respondo: eles jamais perdoarão seu trabalho investigativo no caso do célebre " Dossiê Cayman ", uma história da qual os brasileiros ainda conhecerão a verdade, ainda saberão como um bando de políticos ladrões manteve (e mantém, quem sabe) conta bancária secreta de centenas de milhões de dólares roubados de um país miserável como o nosso.

Eles não têm leitores. Não têm credibilidade. Não têm prestígio. Só têm a baba pegajosa do "ódio" alugado a quem lhes paga pelo triste e servil papel a que se prestam.

Abraços,

Ruy Nogueira (*)

(*) Publicitário

 

Mensagem enviada pela leitora R. Albuquerque

Ucho,

Que país é este? Onde estamos vivendo? Em que mãos estão os destinos desta nação? Onde está a liberdade pela qual toda uma geração lutou?

Não sou jornalista, não sou sua amiga (sequer o conheço pessoalmente).É como cidadã que pergunto: Patrulhamento? Censura?

Eu digo: Não, não e não!

Receba a mais irrestrita solidariedade de uma leitora que aprecia a qualidade de seu trabalho e que insiste - como você e tantos outros - em conseguir um Brasil decente.

Continue! Persista! Insista! Grite! Escreva! Entreviste mais delegados!

Um grande e solidário abraço a você e a todos os jornalistas - formados ou não ! - que fazem de sua profissão um sacerdócio.

R.Albuquerque (São Paulo - SP) (*)

(*) Leitora

 

 
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