Clique sobre as imagens e confira
Entrevista do Sábado
Brasil: se cobrir vira circo, se cercar vira hospício
 
home
edições anteriores
e-ditorial
entrevisa do sábado
resenha
e-xclusiva
q.i.
tribuna livre
prateleira eletrônica
uuuh!
página uh
boca maldita
parceiros
links úteis
anuncie
expediente
 
COLUNISTAS
Antonio Carlos Ferreira
Antonio Carlos Rayol
Claudio Tognolli
Eduardo Pimenta
Ipojuca Pontes
José Nêumanne Pinto
Marcelo Kahns
Maria Lúcia Victor Barbosa
Roberto Romano da Silva
Sandro Villar
Ucho Haddad
 
Clique na imagem acima e envie sua mensagem
.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Continuação

 

Entrevista do Sábado - Recuperar a imagem do Senado Federal, em função de uma série de escândalos, está apenas na produtividade dos senadores, ou existem outros mecanismos?

Garibaldi Alves - Creio que a produtividade é muito importante, mas o componente ético também, mas depende muito de todos os senadores. Cada um se compenetrando.

Entrevista do Sábado - O senhor fala que o Senado vai buscar o trabalho, mas as eleições municipais de outubro próximo não vão atrapalhar essa meta?

Garibaldi Alves - É, as eleições municipais de certa maneira vão fazer com que nós não tenhamos menos tempo que necessitamos, mas não podemos deixar de fazer aquilo que a sociedade está esperando. E fazer em tempo rápido. E acho que nós vamos encontrar apoio para isso. Agora, que o ano eleitoral no segundo semestre vai ser um desafio, não tenha dúvida. Vamos tentar dizer aos senadores que é preciso que eles cumpram aquilo que prometeram quando assumiram os seus mandatos. Não adianta ir para uma campanha para ser cobrado, não é? A própria opinião pública haverá cobrar em plena campanha.

Entrevista do Sábado - O PMDB continua sendo uma grande frente, mas o senhor acredita que o partido possa ter um candidato próprio à Presidência da República em 2010?

Garibaldi Alves - Pode ter, claro que pode! É preciso que o PMDB tenha posições para encontrar esse nome, mas não é encontrar alguém que possa prometer milagre...

Entrevista do Sábado - O senhor é otimista, vai ter um nome...

Garibaldi Alves - Pode ter um nome. Se você me perguntar se hoje esse nome já existe eu diria que potencialmente poderia já existir, mas precisa crescer mais a possibilidade para que o tenha outros nomes. O que acontece com o PMDB é que... os outros partidos apresentam os nomes ao longo desse tempo e fica o PMDB numa situação desfavorável, porque os outros partidos tem seus nomes, mesmo àqueles que perderam as eleições. São aqueles que têm um recall para voltar em uma outra eleição. A dificuldade é essa.

Entrevista do Sábado - O fisiologismo que tomou conta do partido não pode ser um impeditivo, agravado por um acordo político com o PT daqui a três anos?

Garibaldi Alves - Eu acho que esse fisiologismo que você chama não deve cair só na cabeça de um, não. A política brasileira, é de fato, como está sendo... resolveram apelar para um fortalecimento através da procura de cargos no governo. Mas não é só o PMDB que procura isso e até eu diria que não é só no Brasil que acontece isso não. Apenas no Brasil tomou uma dimensão exagerada. O PMDB não é essa virgem toda, mas os outros partidos também não são.

Entrevista do Sábado - No Rio Grande do Norte, o PMDB vai se aproximar do PSB da governadora Wilma de Faria nas eleições municipais?

Garibaldi Alves - Não, não vamos ter. A nossa prioridade é fazer composição com outros partidos que formaram aliança conosco em 2006, Democratas e PDT.

Entrevista do Sábado - O senhor estaria em campo oposto à governadora?

Garibaldi Alves - Eu disputei com ela a eleição para o governo. Temos hoje um bom relacionamento, se você comparar com que havia no estado 20 anos atrás. Era uma política muito radical. Hoje não existe porque aquele radicalismo desapareceu.

Entrevista do Sábado - O senhor gostaria de ser novamente governador do Rio Grande do Norte?

Garibaldi Alves - Não, pretendo. Não tenho nenhuma pretensão de ser candidato a governador. A minha pretensão é voltar para o Senado.

Entrevista do Sábado - Quando o senhor foi governador (1995-1998) e parece que a meta foi concretizada, foi o de distribuir mais água para a população. O grande problema do estado continua sendo a água?

Garibaldi Alves - Ainda continua sendo um grande problema, porque a água chegou, mas foi distribuída mais na zona urbana e nas comunidades mais próximas. Existe uma carência de água para muitas cidades. A água distribuída foi de grandes reservatórios que não são... o Rio Grande do Norte não tem rios perenes. Está aí a necessidade de ter a complementação das águas do rio São Francisco.

2

 

(Fotos: Leopoldo Silva - Agência Senado)

.
Clique na lupa e saiba tudo sobre alguns escândalos que abalaram as estruturas políticas do País.
Aqui, no Túnel do Tempo, você recorda o que de mais interessante ocorreu na política, no ano anterior.
Clique e confira as novidades e o que há de melhor na literatura, aqui na Prateleira Eletrônica.
Aqui você confere as últimas Dicas do Ucho, que traz sempre uma novidade sobre os mais variados segmentos.
Saiba quem são os parceiros do ucho.info, uma das colunas políticas mais lidas do País.
Anunciar no ucho.info é entrar em contato com milhares de leitores qualificados e formadores de opinião. Saiba mais.
© Copyright 2004-2007 - www.ucho.info - Todos os direitos reservados