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Motoniveladora tucana (11.02.2008 - 19h13)
Questionado pelo editor adjunto do ucho.info, Gilmar Corrêa, sobre a possibilidade de um acordo prévio para que na CPI dos Cartões Corporativos o casal Lula da Silva fosse poupado, o que excluiria também das investigações Ruth e Fernando Henrique Cardoso, o senador Expedito Júnior (PR-RO) decidiu desvendar o mistério com o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM). Ao parlamentar rondoniense, Virgílio disse que não há acordo algum, e se existiu um fato relevante durante a era FHC, no âmbito dos cartões, que seja investigado. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) também negou a possibilidade de acordo nesse sentido, tese referendada pelo presidente nacional do PSBD, senador Sérgio Guerra (PE).
Dinheiro de sobra (11.02.2008 - 16h35)
Relator de Receitas do Orçamento da União de 2008, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) entrega às 17h30 desta segunda-feira o seu relatório. Dornelles, que é presidente nacional do Partido Progressista, informa no documento que a arrecadação suplementar da União, em 2008, ficará perto dos R$ 9 bilhões, já considerada a receita advinda da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL). Tudo isso joga por terra a bazófia palaciana, que garantia que a Saúde seria um dos setores mais prejudicados com o fim da CPMF.
Tiro no pé (11.02.2008 - 12h56)
Um dos possíveis estratagemas dos governistas para sufocar a oposição seria colocar no olho do furacão as atuais contas de Fernando Henrique Cardoso, também pagas com cartões corporativos. Na condição de ex-presidente, FHC tem direito a assessores, carro oficial e motorista. Acontece que se esse quesito vier à baila, os governistas certamente enfrentarão sérios problemas. Os peemedebistas José Sarney e Itamar Franco, ex-presidentes, também fazem uso do cartão corporativo. Resumindo, a fervura governista abrandou. Em tempo: Lula da Silva, quando deixar a Presidência, também terá direito a cartão corporativo.

Marcha a ré (11.02.2008 - 12h40)
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RO), mudou de estratégia no caso da CPI dos Cartões Corporativos. Segundo orientação do Palácio do Planalto, Jucá disse que irá propor a criação de uma CPI Mista, como quer a oposição, mas o calcanhar de Aquiles da Comissão será o período de abrangência da investigação. O peemedebista ainda não sabe se as chamadas contas “B”, da época de FHC e anteriores à implantação dos cartões corporativos, serão analisadas. A outra possibilidade, e mais viável, é que a CPMI analise os gastos desde 2001, ano em que os cartões corporativos foram implantados.
Nababos e glutões (11.02.2008 - 8h19)
Enquanto governistas e oposicionistas travam uma hercúlea disputa no Congresso Nacional na órbita do escândalo dos Cartões Corporativos, a coluna revela novas despesas insanas por parte do governo federal, que utiliza o moderno meio de pagamento para ludibriar o contribuinte. Na Presidência da República, por exemplo, o servidor José Henrique Souza (CPF 462.673.101-59) gastou em apenas sete meses pouco mais de R$ 103 mil em bebidas e alimentos, muitos deles comprados no mais caro supermercado de Brasília. Em 18 de outubro de 2007, o Cartão de Crédito Corporativo em nome de Souza foi utilizado na compra de vinhos finos (R$ 1.039,70), prática que se repetiu em 31 de outubro do mesmo ano (R$ 1.311,80). Em outras duas compras, o mesmo servidor palaciano torrou R$ 865,00 em aromas para ambiente. Ou seja, só a versão popular do Fome Zero é que não decolou.

Cornucópia oficial (11.02.2008 - 8h17)
Referência no tratamento contra o câncer, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, também foi alvo de uso indiscriminado dos tais cartões de crédito corporativo. A funcionária Maria F. F. Chaves (CPF 742.027.747-87) sacou R$ 40.350,00 com o cartão corporativo do qual é titular, entre fevereiro e novembro de 2007. Enquanto saques em dinheiro, ainda inexplicáveis, são realizados à vontade, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que já dirigiu o órgão, vive os seus quinze minutos de fama.

Safra nova (11.02.2008 - 7h55)
Jornalista, escritor e cineasta, Ipojuca Pontes compara, em "As maravilhas do poder", o comportamento dos modelos totalitaristas em relação ao poder, que via de regra esquecem, cada um da sua maneira, da necessária alternância. A socióloga e escritora Maria Lucia Victor Barbosa, em "Entrevista para brasileiro ver", mostra como os escândalos do governo Lula têm ligações com a máquina burocrática que D. João VI instalou por aqui. Clique sobre o nome dos articulistas e confira os respectivos artigos.
Livre e solto (11.02.2008 - 7h49)
Alagoas, Amazonas e Ceará são os estados, junto com o Distrito Federal, que proporcionalmente têm menos eleitores filiados a partidos políticos. O índice é de 17%, segundo cálculos realizados com base no número de eleitores revelados pelo Tribunal Superior Eleitoral no mês de janeiro. Tocantins seria o estado com maior número de eleitores formalmente ligados a agremiações partidárias, na proporção de 26%. De acordo com o TSE, o Brasil tem 127.728.881 eleitores, dos quais 115.332.256 não são filiados a partidos políticos. O campeão de filiados é o PMDB, com 2.097.068. Seguem o PSDB com 1.199.060 filiados, o PT com 1.158.475 e o PDT com 1.018.431. O DEM fica na quinta posição, com 996.937 filiações. Em números absolutos, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais possuem os maiores números de eleitores não filiados a nenhum partido político.
Enrolando e Enrolado
Envolvidos em escândalos em seus países, dois presidentes encontram-se amanhã na cidade de Saint-Georges (Guiana Francesa), território ultramarino francês. Nicolas Sarkozy e Lula da Silva devem reunir-se para decidir sobre um calendário de construção de uma ponte sobre o rio Oiapoque. O tema volta ao discurso do brasileiro quase um ano depois. Em março de 2007, Lula tinha garantido a retomada da construção da ponte que liga o Brasil à Guiana. Mas a obra continua paralisada desde 2001, porque o Tribunal de Contas da União encontrou irregularidades no contrato. A estrada da parte brasileira, de Boa Vista a Bonfim, no Amapá, já está concluída. Restam 450 quilômetros entre Lethen e Linden, na Guiana. A idéia nasceu em 1997, depois de um acordo bilateral na época dos presidentes Jacques Chirac e Fernando Henrique Cardoso.

Carraspana oficial
Antes de viajar para o norte do Brasil e conhecer Oiapoque, que é conhecida como a entrada e saída para a Europa através da Guiana Francesa, Lula da Silva vai se reunir ainda hoje com os seus principais ministros no Palácio do Planalto. Na conversa, o estrago provocado pelas denúncias do uso dos cartões corporativos que atingiram o governo. O tema será árido para quem tirou das férias no mar da praia de Monduba, dentro do Forte dos Andradas, no Guarujá (SP). O líder do PMDB no Senado, Romero Jucá (RR), que ontem dirigia seu próprio carro, fará um relato sobre a situação política ao presidente Lula e seus assessores. O senador deve apresentar entre hoje e amanhã requerimento para a criação da CPI somente no Senado, e que irá investigar a farra com os cartões. Jucá disse que já tem 22 das 27 assinaturas necessárias. O embate promete esquentar o início das sessões da Câmara e do Senado, pois a oposição garante que terá todas as assinaturas até quinta-feira, o que permite requerer a criação de uma CPI mista para conhecer os gastos com os cartões somente a partir de 2001.

Pole position
O que os grandes veículos de comunicação noticiaram com certo alarde, os leitores da coluna souberam com a devida e costumeira antecedência. A briga entre governistas e oposição, no Congresso Nacional, pela criação de uma CPI dos Cartões Corporativos pode, sim, acabar em pizza. Foi aqui no ucho.info que surgiu a primeira notícia sobre uma briga entre a oposição federal e o PT paulista, que na Assembléia Legislativa de São Paulo luta para emplacar uma CPI que investigue os gastos com os cartões de crédito do Palácio dos Bandeirantes. Traduzindo para o bom e velho português, nesse chumbo trocado ninguém irá se ferir de verdade.

A história se repete
Os gastos com cartões corporativos divulgados neste final de semana e que atingem diretamente o primeiro casal da República, fazem lembrar a corte perdulária de D. João, quando esteve no Brasil por treze anos. Segundo o autor do livro “1808”, jornalista Laurentino Gomes, a demanda da corte portuguesa abrigada no Rio de Janeiro provocou escassez de produtos, especialmente de galinhas. O rei e todos os apaniguados fizeram triplicar as despesas mal-administradas. “Apesar disso, a corte continuou a bancar todo mundo, sem se preocupar com a origem dos recursos”, conta o autor do livro. Em tempo: os gastos com os cartões corporativos por dez funcionários a serviço de dona Marisa e do presidente-metalúrgico, Lula da Silva, foram de R$ 11,6 milhões, dos quais R$ 5,8 milhões sacados diretamente na boca do caixa.
Drible da vaca
A assessoria do ministro Paulo Bernardo enviou à coluna cópia da carta que o responsável pela pasta do Trabalho disparou aos ministros do governo Lula da Silva, recomendado o uso adequado dos cartões de crédito corporativos. De acordo com a missiva ministerial, os ministros e os servidores com status correlato devem solicitar a emissão de cartões nos quais não constem como titulares. Traduzindo, o que Paulo Bernardo deseja é aplicar um senhor drible no contribuinte, único e tolo responsável pelo financiamento da farra com os cartões oficiais.


Raio-X
Em sua edição dominical, o jornal O Estado de São Paulo trouxe um breve histórico de Paulo Bernardo da Silva, ministro do Planejamento, cuja pasta é responsável pelo maior gasto com cartões de crédito corporativos. Sem muita pompa e conteúdo, a nota publicada pelo Estadão tem uma chamada inquietante: “Quem é Paulo Bernardo”. Lá, no jornalão, os incautos acabam sabendo muito pouco sobre o ministro do Planejamento e amigo do peito do presidente Lula da Silva. Durante depoimento à Polícia Federal, em Londrina, Soraya Garcia, ex-responsável pelo caixa 2 do PT londrinense, chamou Paulo Bernardo, com todas as letras e sem medo de ser feliz, de “ladrão do Mato Grosso do Sul”. Clique e confira os principais trechos do depoimento de Soraya Garcia.
Truque no ar
Desde que a permanência do ministro Carlos Lupi à frente do Ministério do Trabalho passou a ser alvo da Comissão de Ética Pública da Presidência da República – o órgão é presidido pelo ex-ministro tucano Marcílio Marques Moreira – ética passou a ser o tema mais discutido na Esplanada dos Ministérios. De lá para cá, a folia com os cartões corporativos tomaram conta da cena, mas é preciso que a tal Comissão investigue os motivos que levaram o presidente-operário Luiz Inácio implorar ao empresário Nenê Constantino para que comprasse a Varig. Uma operação estranha e muito mal explicada. (Foto: Agência Brasil)
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O que passou, passou
Ao disponibilizar na Internet, de agora em diante, os gastos dos oitenta e um senadores com a chamada verba indenizatória, o Senado Federal deixa para trás décadas de operações pouco ortodoxas. Para que permaneçam em Brasília dois ou três dias por semana, cada parlamentar tem direito ao que se batizou de auxílio-moradia, verba que por enquanto está fixada em R$ 3 mil. Considerando que se trata de verba indenizatória, nenhum parlamentar tem o direito de adquirir bens imóveis com o auxílio-moradia. O fato é que muitos políticos são donos de apartamentos na capital dos brasileiros, muitos deles adquiridos com o dinheiro do contribuinte. O Congresso tem conhecimento da ilegalidade, mas finge que não sabe.
Recordar é viver
Publicada na Internet, a verba indenizatória utilizada pelos deputados federais não traz o detalhamento dos gastos, o que de certa forma permite fraudes. Notas fiscais de procedência duvidosa freqüentam, não é de hoje, a contabilidade da Câmara, engordando de maneira considerável o salário dos parlamentares. Ex-deputado federal e barrado nas urnas de 2006, o mineiro Herculano Anghinetti, atualmente em uma das vice-presidências da Companhia de Saneamento de Minas Gerais, é alvo de investigações por conta de uma nota de prestação de serviços com assinatura adulterada. Um conhecido advogado prestou serviços ao então deputado federal, que na nota fiscal apos uma assinatura qualquer sob um carimbo de recebido. O dinheiro foi reembolsado pela Câmara, mas o advogado nunca viu a cor do dinheiro.

Sinal de ocupado
Para o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), a compra da Brasil Telecom (BrT) está envolvida num manto obscuro, onde grandes interesses econômicos aguçam a atenção de ministros, ex-ministros e até de familiares do presidente-metalúrgico Lula da Silva. Para clarear a maneira como foi feito o negócio de R$ 8,3 bilhões, que envolve também o CitiBank, BNDES e fundos de pensão, o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Ronaldo Sardenberg, deve comparecer hoje à tarde na Câmara dos Deputados. O PPS disse estar preocupado, porque a fusão vai requer a injeção de recursos do governo, e que por isso há necessidade de uma forte ação de regulação. Há o risco do interesse do mercado acabar prevalecendo sobre o público, acredita Arnaldo Jardim. Antes do Carnaval, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, garantiu que a Anatel divulgaria a análise sobre a fusão.
Os galhos e seus macacos
Além da criação da CPI dos Cartões Corporativos, cujo debate deve monopolizar o Congresso Nacional, a maioria dos partidos políticos define nesta semana os líderes de bancada. No PT do Senado, é provável que Ideli Salvatti seja reconduzida à função. Na Câmara, os petistas reúnem-se na manhã desta terça-feira para escolher o novo líder. Os deputados tucanos decidem o assunto na quarta-feira. Os nomes para a nova liderança tucana são os deputados José Aníbal e Arnaldo Madeira, ambos da bancada paulista. Para o PSDB, as principais votações são as reformas tributária e penal. O Partido dos Trabalhadores está preocupado com as discussões em torno da MP 389, que cria a TV Pública. A oposição já avisou que o assunto não é de interesse urgente, mas o relator da matéria, deputado Walter Pinheiro (PT-BA), disse que vai antecipar o relatório da MP que recebeu 138 emendas. O tema que deve ser um novo teste para o governo na Câmara, ficou ainda mais polêmico depois que se soube que os gastos com o uso do cartão corporativo na TV Brasil triplicaram nos últimos três meses de 2007.


Caminho livre
No Senado, não há Medida Provisória trancando a pauta, mas pouco mais de 200 projetos aguardam votação. Na Câmara, sete MPs e três Projetos de Lei trancam a pauta. Para definir o esquema de votação, os líderes dos partidos fazem uma reunião às 14 horas com o presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). Além da TV Pública, a pauta prevê a votação da MP 395, que abre crédito extraordinário em favor de diversos órgãos do Poder Executivo, no valor global de R$ 3.256.764.118,00, e a MP 400, que abre crédito extraordinário, em favor da Presidência República e do Ministério da Saúde, no valor global de R$ 50.000.000,00. Enquanto isso, espera-se que o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) entregue entre hoje e amanhã o relatório sobre a receita da União prevista para este ano. A análise vai dar um rumo nos cortes do Orçamento Geral de 2008, que virou um cabo de guerra entre os Três Poderes.
Cartas marcadas
Pouco antes da reunião política do presidente Lula da Silva com auxiliares mais próximos, servidores da Secretaria de Comunicação coordenam, às 9 horas, um debate com as sete agências classificadas para a etapa final da licitação da verba publicitária de R$ 150 milhões. É provável que a conta deva ser dividida entre a 141/Soho Square, Propeg e Matisse, que venceram a etapa anterior da concorrência. A Matisse já atende o governo federal, juntamente com a Lew Lara/TBWA. O estado de Goiás também pode definir neste mês as agências que irão dividir a verba anual de R$ 80 milhões. São vinte e duas empresas que disputam uma das oito vagas oferecidas.

Campanha na rua
Prefeito da maior cidade do País, São Paulo, o democrata Gilberto Kassab reuniu seu staff na última semana para cobrar celeridade nas obras municipais. Kassab quer que os prazos de entrega previstos sejam cumpridos à risca, pois a eleição acontece em outubro. E como quem experimenta o sabor do poder, dele não quer largar, Gilberto Kassab sonha em permanecer mais quatro anos como imperador da Paulicéia Desvairada. Longe de qualquer solução, as principais ruas paulistanas mais parecem ousadas montanhas russas de parques de diversão. Tirante o inevitável pula-pula, os remendos asfálticos que a prefeitura tem realizado são da pior qualidade, pois chuvas ligeiramente mais fortes têm destruído o trabalho dos servidores municipais. Por outro lado, muitos pontos da capital dos paulistas continuam sofrendo com alagamentos. Mas esse é um assunto a ser tratado somente em 2009, porque a temporada de chuvas está a um passo do fim e a eleição, como já mencionado, acontece em outubro. Ou seja, antes da chuvarada de verão. E mais: para enganar o eleitor paulistano, equipes de limpeza estão varrendo, durante as madrugadas, as principais ruas de São Paulo.

Lula lá?
Pensando bem, se Sarkozy disser lá na Guiana “ulalá”, Lula acreditará ainda mais na possibilidade de um terceiro mandato.

Túnel do Tempo - Depois a gente vê
(12/02/07) - Definitivamente, a nova marca do governo Lula será o “para depois”. Reeleito, o presidente Luiz Inácio disse que o anúncio da nova equipe ministerial aconteceria até o Natal. Como antes da chegada de Papai Noel nada aconteceu, o anúncio ficou para depois da posse. E como, mais uma vez, o Palácio do Planalto empurrou o assunto com a devida barriga, o anúncio ficou para depois do desnecessário descanso presidencial. Sem saber o que dizer, o presidente Luiz Inácio garantiu que sua nova equipe seria anunciada após as eleições para as mesas diretoras da Câmara e do Senado. Encerradas as disputas congressuais, o anúncio do novo ministério ficou para depois do Carnaval. Até o processo de anistia política a José Dirceu ficou para depois. Ainda bem! (Clique e confira na íntegra a edição de 12/02/07)
Ucho
Haddad com Gilmar Corrêa e Thaís Margalho
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EDITORA SENAC SÃO PAULO |
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ROTEIROS DO SABOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -
Da Editora Senac, o livro reúne informações sobre a gastronomia do Rio, cultura, pratos famosos e aspectos curiosos e inusitados das regiões percorridas. |
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PARCEIROS. |
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BRASIL ACIMA DE TUDO |
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A beleza do Rio de Janeiro através das lentes do competente fotógrafo Ricardo Zerrenner |
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