|

|
Clique e confiratrabalho do relator da MP que cria a TV pública, deputado Walter Pinheiro. |
ONDE LER O UCHO






|
Clique na imagem
acima e envie sua mensagem |
| . |
| CASOS |
|
Clique na imagem
acima e confira os mais polêmicos casos da recente história
brasileira |
| . |
| VOX
LIBRE |
|
Clique
e acesse o Vox Libre, blog do Delegado de Polícia
Federal Antonio Carlos Rayol |
| . |
|
Vai graxa aí doutor? (13/12/07 - 10h04)
Há quem diga que o poder embriaga, mas em alguns casos ele enlouquece. E a loucura desta vez ficou por conta do presidente da Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). O parlamentar, no exercício de suas atribuições, abriu licitação para serviços de engraxataria. Ao módico preço de R$ 3,13 milhões por doze meses. A barbárie representa um gasto equivalente a R$ 261 mil mensais ou R$ 8,7 mil diários. Por isso, meu caro leitor, nas próximas eleições vote nas mães, porque nos filhos já está provado que não adianta.
Fala que eu te escuto (13/12/07 - 02h30)
Após a disputada votação da prorrogação da CPMF, cujo resultado desfavorável ao governo Lula da Silva só saiu na madrugada desta quinta-feira, a coluna ouviu alguns senadores.
José Sarney – O que significa esse resultado? “Significa que o governo vai ter que fazer um grande rearranjo nas finanças. É o resultado da passionalidade política”.
Romero Jucá – “O governo vai avaliar o impacto e discutir o resultado”.
Garibaldi Alves – Como foi a experiência de dirigir o Senado? “Fiquei satisfeito com a condução, agradeço às lideranças”. Ele esteve hoje (ontem) com o presidente Lula, acompanhado do deputado Michel Temer e do deputado Eduardo Alves. A conversa foi franca, segundo ele, e promissora. O Senado vai se afirmar pela autonomia e independência. Perguntado sobre alterações nos quadros de direção do Senado, respondeu que o assunto será discutido nos próximos dias com as lideranças dos partidos.
Pedro Simon – sobre o bate-boca com o líder tucano Arthur Virgílio: “Duvido que Covas tenha dito a ele para falar isso”. O tucano disse, há dois dias, que “conversou” com Mário Covas sobre a CPMF.
Derrota amarga
O Palácio do Planalto, que precisava de 49 votos para aprovar a prorrogação da CPMF, perdeu a batalha para a oposição, em votação que teve 45 votos a favor da matéria e 34 contra. Com isso, o governo Lula da Silva fica sem R$ 40 bilhões nos cofres oficiais. Logo após a derrota do governo, o senador Tião Viana (PT-AC), que até horas antes da votação presidia interinamente a Casa, disparou: “Esse foi o dia mais triste da Saúde pública, patrocinado pelo Senado”.
Soltando a voz
Candidata à prefeitura de Fortaleza em 2008, a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) conversou com o ucho.info após a votação do imposto do cheque. “O PMDB me fez governista. Criou a DRU e a CPMF. Tudo isso está nojento aqui”, declarou a senadora cearense. Sempre lembrando que o novo partido de Patrícia Saboya, o PDT, integra a base do governo.

Pau mandado
Após solicitar, da tribuna do Senado, mais algumas horas para analisar a proposta enviada pelo presidente Luiz Inácio, o senador Pedro Simon recebeu elogios por parte da base aliada, em especial da senadora Ideli Salvatti. Tudo não passou de uma enorme encenação, pois Ideli e Jucá, como antecipou a coluna com a costumeira exclusividade, estiveram reunidos com Simon no seu gabinete. E de lá saíram com a certeza de que o senador gaúcho votaria a favor da prorrogação da CPMF. E mais: o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) disse que Pedro Simon não tem vocação para mulher de malandro, com referência ao pedido de adiamento, que deveria ser proposto por alguém da base governista, na opinião do piauiense.


Quem te viu...
Inflamado e esbaforido ao discursar da tribuna do Senado, o senador Aloízio Mercadante (PT-SP), como não poderia deixar de ser, rasgou o discurso dos tempos de oposição. Defendendo de forma emocionada a prorrogação da CPMF até 2011, Mercadante apelou para a causa nacional, a qual chamou de suprapartidária. Ora, se a CPMF na era FHC era a materialização de lúcifer para os que agora estão no poder, beira a irresponsabilidade o discurso boquirroto de Aloízio Mercadante. Até porque, se a Saúde fosse de fato uma preocupação do governo Lula da Silva, o Palácio do Planalto não poderia entregar a pasta ao PMDB.

Farinha do mesmo saco
Logo após o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, anunciar a disposição do presidente Lula da Silva de investir na Saúde todos os recursos arrecadados com a cobrança da CPMF, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) rasgou elogios na direção do principal ocupante do Palácio do Planalto. A fala de Arthur Virgílio é um atentado contra o raciocínio do cidadão, pois poucos são os que esqueceram que o parlamentar amazonense disse, certa vez, da tribuna do Senado, que daria um soco na cara de Luiz Inácio Lula da Silva. Traduzindo para o bom e velho português, o brasileiro está experimentado a orfandade política.

Muito além
Tucanos e democratas poderiam ter aceitado a proposta feita pelo Palácio do Planalto. Só não o fizeram porque assuntos outros existem além do fim do imposto do cheque. Em jogo está, além da sucessão presidencial, a derrocada do projeto de um terceiro mandato para Lula da Silva, que, aprovada com facilidade a CPMF, passaria com folga no Plenário do Senado. Mas o Planalto agora paga a conta por ter agido com arrogância na Câmara dos Deputados, Casa do Legislativo que vergonhosamente perdeu a identidade.
Vexame político
O que se viu ao longo desta quarta-feira no Senado foi uma ópera bufa da política nacional. Horas a fio de discursos inflamados, favoráveis e contrários à prorrogação da CPMF. Os que criaram a CPMF queriam sepultá-la, tudo porque há algo muito mais importante em jogo do que o suor do trabalhador brasileiro: as eleições de 2008 e 2010. No contraponto, os que sempre foram contrários ao imposto do cheque não queriam largar o osso. Ou seja, sob os auspícios do dinheiro do contribuinte, o Senado patrocinou um espetáculo pífio e vergonhoso.

Troco dado
Na terça-feira, o mesmo Arthur Virgílio, discursando contra a prorrogação da CPMF, disse que vinha mantendo conversas sobrenaturais com o finado governador Mário Covas. As palavras do líder do PSDB caíram como verdadeira bomba no seio da família Covas, cabendo ao neto do ex-governador, deputado estadual Bruno Covas, responder ao amazonense. Lembrou Bruno Covas que bom seria se o ex-governador opinasse sobre a atuação política de Arthur Virgílio. Isso mostra que o oportunismo político barato e chicaneiro, que vez por outro desponta no discurso de alguns, é literalmente dispensável.
Aí tem!
A repentina e derradeira pressão que alguns governadores da oposição exerceram sobre os correligionários, nesta quarta-feira, despertou a preocupação de alguns senadores oposicionistas. Um deles, em conversa com a coluna, disse que o Palácio do Planalto pode ter oferecido alguma coisa extra, além dos repasses previstos em lei, para que os governadores agissem de forma tão incisiva. Mas, para desespero da assessoria palaciana, a estratégia deu errado.

Ajeitando o futuro
A eleição do potiguar Garibaldi Alves Filho (PMDB) para a presidência do Senado teve filigranas políticas nos bastidores. O apoio incondicional do Democratas, liderado pelo também potiguar José Agripino Maia, passou pelo futuro eleitoral do Rio Grande do Norte. Agripino Maia tem interesse em catapultar politicamente o filho, deputado federal Felipe Maia (DEM), para cargos no Executivo local. E Garibaldi Alves, político conhecido no Rio Grande do Norte, poderia ser uma pedra no caminho da família Maia.
Ninguém é de ferro
Muito se especulou nos bastidores do poder a ausência de Romero Jucá durante a sessão que referendou o nome do Garibaldi Alves Filho para a presidência do Senado, em substituição ao alagoano Renan Calheiros, que renunciou ao cargo para manter o mandato. Alguns afirmaram que o peemedebista de Roraima estava no Palácio do Planalto em reunião com o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), mas na verdade o líder do governo, naquele momento, enfrentava uma sessão de acupuntura. Romero Jucá tenta, há dias, se livrar de uma incômoda dor na coluna cervical.

Correndo por fora
Na noite do último domingo, 9, o senador Neuto de Conto (PMDB-SC) telefonou para Renan Calheiros (PMDB-AL). Buscava apoio para sua candidatura à presidência do Senado na reunião do PMDB, marcada para terça-feira. Em troca teria recebido uma proposta de José Sarney (PMDB-AP) e do próprio Calheiros. Dariam o apoio desejado se De Conto se comprometesse com a manutenção de todos os contratos de empresas terceirizadas e com os cargos em comissão. O ucho.info procurou o senador catarinense, que não admitiu o recebimento da proposta, mas disse que até sábado à noite era o segundo candidato com mais chances de vencer. O primeiro seria o senador Pedro Simon (PMDB-RS). Horas antes da ligação, Neuto de Conto teria recebido o apoio do líder da bancada, Valdir Raupp (PMDB-RR).
Carreira solo
O Democratas, que realiza convenção nacional para lançar a remodelação da marca e as novas idéias do partido, firmou posição em torno de candidaturas próprias às principais prefeituras em 2008 e à presidência da República em 2010. Entre os nomes lembrados para disputar a sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva estão o do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e do senador José Agripino, do Rio Grande do Norte. Os Democratas também decidiram que não vão fazer coligações com os tucanos. O prefeito do Rio, César Maia, que em outros tempos foi o principal nome dos ex-peefelistas, garante que seu objetivo é se eleger senador da República. Exercendo a futurologia política, Maia acredita que daqui a quatro anos o eleitor vai buscar a renovação, pois terminaria um ciclo político com o fim do mandato do atual presidente.

Dando um tempo
Graças ao senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) os prefeitos dos municípios com mais de 20 mil habitantes estão desobrigados até o segundo semestre de 2008 a executar ou a ajustar os Planos Diretores, exigido pelo Estatuto da Cidade, em vigor desde julho de 2001. O projeto de lei do senador foi aprovado na Câmara dos Deputados e prorroga o prazo de apresentação desse importante documento que faz o ordenamento urbano das cidades por mais seis meses. A desculpa para ajudar os maus prefeitos que tiveram cinco anos para se adequar à lei, não deixa de ser simplória. Põe culpa na mediação de conflitos, inclusive com as câmaras de vereadores, e que por isso “nem sempre atendem aos cronogramas arbitrados”.
É 51!
Pensando bem, para esquecer uma derrota histórica, como a da CPMF, Lula vai precisar de algumas boas idéias.

Pé na estrada
(13/12/06) -
O brasileiro que planeja cruzar o País pelo ar durante as comemorações de final de ano que se prepare, pois o Caos Aéreo Nacional deve voltar, e com muito mais força. Não bastassem as pífias e desencontradas informações dadas por integrantes do governo Lula, que se desautorizam mutuamente, a confusão nos aeroportos deve piorar depois que for efetivado o indiciamento pela Polícia Federal de pelo menos três controladores de vôo no caso do acidente com o Boeing da Gol, ocorrido em 29 de setembro passado. A greve branca dos controladores teve início no exato momento em que surgiu a possibilidade de culpa daqueles que trabalhavam nas torres de controle no dia do trágico acidente. É, presidente, nunca neste país...
Ucho
Haddad com Gilmar Corrêa e Thaís Margalho
|
|
Clique e confira os gastos da Presidência com cartões de crédito corporativos |
|
|
Clique e confira a produtividade dos senadores |
|
|
EDITORA SENAC SÃO PAULO |
|
ROTEIROS DO SABOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -
Da Editora Senac, o livro reúne informações sobre a gastronomia do Rio, cultura, pratos famosos e aspectos curiosos e inusitados das regiões percorridas. |
|
PARCEIROS. |
|
|
. |
|
|
|
BRASIL ACIMA DE TUDO |
|
| |
|
|
| |
|
A beleza do Rio de Janeiro através das lentes do competente fotógrafo Ricardo Zerrenner |
| |
ANUNCIE AQUI |
| |
 |
| |
 |
| |
| |
| |
| |
| |
| |
| |
| |
|