Clique e confira a precisa análise
de Ipojuca Pontes sobre o governo Lula
ONDE LER O UCHO
Clique na imagem
acima e envie sua mensagem
.
CASOS
Clique na imagem
acima e confira os mais polêmicos casos da recente história
brasileira
.
TOGNOLLI
Clique
e acesse a página do jornalista e professor de Jornalismo
Claudio Julio Tognolli
.
VOX
LIBRE
Clique
e acesse o Vox Libre, blog do Delegado de Polícia
Federal Antonio Carlos Rayol
.
ESTAÇÃO
NÊUMANNE
Clique
e embarque na Estação Nêumanne,
página do jornalista e escritor José Nêumanne
Pinto
.
Brincando de presidir Não faz muito tempo, Lula chamou os envolvidos
no escândalo do Dossiê Cuiabá de aloprados. E nada aconteceu àqueles que agiram a mando do PT. Nesta segunda-feira, no programa Café com o Presidente, Lula agradeceu aos controladores de vôo pela paz nos aeroportos durante o feriadão da Páscoa. Os que mereceram os agradecimentos do presidente Lula são os mesmos que, na última segunda-feira, 2 de abril, foram chamados de irresponsáveis. Que Lula abusa da verborragia, todos sabem, mas é preciso lembrá-lo que Presidência da República não é brincadeira de final de semana.(Foto: desieni.com)
Governo de quinta Ainda o agradecimento... Na verdade, ao invés desse agradecimento populista e barato, o Palácio
do Planalto deveria se empenhar em pedir, oficialmente, desculpas aos brasileiros, pois o maior responsável pela crise aérea, que está a anos-luz da solução, é o governo do senhor Luiz Inácio Lula da Silva. Quando os controladores se amotinaram na sexta-feira, 30 de março, foi a única maneira encontrada de alertar a população sobre a precariedade dos equipamentos, jornada laboral além da legalidade e baixos salários. Mais: ciente da possibilidade de uma crise sem precedentes na aviação, irresponsável foi a equipe do presidente Lula de não estar a postos em Brasília por ocasião dos fatos. O presidente Lula estava a caminho dos EUA, o vice José Alencar, em Minas Gerais, o ministro Waldir Pires a caminho do Rio de Janeiro e a ministra Dilma Roussef estava longe de Brasília. E como o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foi vítima do Apagão Aéreo estava na capital federal, a ele foi dada a missão de negociar com os controladores rebelados. Em tempo: a faca no pescoço a que Paulo Bernardo se referiu voltou-se contra ele próprio, depois do Café com o Presidente desta segunda. (Foto: radiometropole.com.br)
Começo do fim Pouco antes do início da corrida presidencial, em 2006, Luiz Inácio da Silva, o presidente Lula, disse que a saúde no Brasil estava a um passo da perfeição. Após o governo federal ter anunciado que irá assumir a operação do Incor de Brasília – a decisão beneficia a classe política – o Brasil foi tomado por uma informação que põe por terra o discurso messiânico do presidente Lula. Em Belo Horizonte, pacientes que procuram o SUS para atendimento médico especializado (angiologia) só conseguem marcar consulta para 2010.
Passa-moleque Ao que parece, o presidente Lula está se especializando em desautorizar ministros. Primeiro
foi o ministro Waldir Pires, que por não conseguir solucionar o Apagão Aéreo foi deixado de lado. Na seqüência foi a vez do ministro Paulo Bernardo, que numa sexta-feira era a tábua de salvação do governo, e na segunda foi desautorizado. Agora, na alça de mira do presidente Lula está o ministro da Justiça, Tarso Genro, que negou o envio de tropas militares para ajudar no combate à criminalidade no Rio de Janeiro. Horas depois de Tarso Genro ter informado a Sérgio Cabral que o envio de tropas era inconstitucional, Lula disse irá atender ao pedido do governador do Rio. Por muito menos, o sempre coerente Miguel Reale Jr. deixou o Ministério da Justiça á época de FHC.(Foto: AFP)
Cabra-cega Enquanto tenta escapar das garras de uma investigação capitaneada pela oposição, a Infraero faz do desmando a maior de suas excelências. Um ano se passou e até agora a Infraero, que conta com o silêncio da Anac, não entregou a outras companhias aéreas o setor de check in da Varig no aeroporto de Congonhas. Enquanto fazer o check in na Tam e na Gol é uma batalha, o balcão da Varig vive às moscas. Na tarde do último domingo, o movimento nos balcões das companhias era simplesmente desigual. E a Infraero, que prefere ignorar o assunto, vai, com boa dose de certeza, manter a barbárie, pois a Varig foi comprada pela Gol a pedido do presidente Luiz Inácio.
Sol com a peneira O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) disse que é impossível nos cem primeiros dias fazer uma previsão (um "balanço", nas palavras dele) de como será o segundo mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Mas Chinaglia tem certeza de que, se o governo quiser - o ministro Mantega disse que não abre mão da prorrogação -, a incidência da CPMF vai continuar nas movimentações bancárias. O contribuinte, portanto, vai continuar pagando a conta. A cobrança responde por quase 9% das verbas administradas pela Secretaria da Receita Federal. Estima-se que ela arrecade este ano aproximadamente R$ 36 bilhões.
Fiasco palaciano Ainda os cem dias... Chinaglia pode pensar o que quiser, mas o fato é que o PT sempre se ateve aos cem primeiros dias dos mandatos dos adversários. O segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva começa sob o manto da estagnação, pois até agora a única coisa solucionada foi a arrastada renovação da equipe ministerial, se é que pode-se chamar isso que aí está de renovação. É bom lembrar que boa parte das cinqüenta obras mais importantes do Plano de Aceleração do Crescimento depende de aprovação do Congresso.
Azia antecipada No jantar que patrocinará na residência oficial da presidência do Senado – com a possibilidade de o presidente Lula dar o ar da graça –, o alagoano Renan Calheiros acrescentará no cardápio um assunto indigesto. Integrantes da base aliada, os peemedebistas estão preocupados com a forte presença do Partido dos Trabalhadores nos escaninhos do governo Lula. No segundo escalão, o PT controla 80% dos cargos, o que deixa o PMDB em considerável desvantagem. Resta saber por quais motivos os políticos precisam de cargos no governo.
À beira do caminho A oposição continua aguardando uma decisão favorável do STF para a instalação da CPI do Apagão Aéreo, mas os aliados do Palácio do Planalto já começam a se mexer. Depois de várias manobras para evitar investigações que devem chacoalhar as estruturas lulianas, parlamentares da base aliada já negociam nos bastidores. Já admitindo a instalação da CPI, governistas querem limitar os trabalhos da Comissão. Homem de confiança de Marta Suplicy e um dos responsáveis pela eleição de Arlindo Chinaglia à presidência da Câmara, o deputado Cândido Vacarezza (PT-SP) acha que a CPI deve investigar todas as denúncias e suspeitas, sem escapar do fato determinado. Como a oposição focou no Apagão Aéreo, investigar corrupção na Infraero será algo difícil.
Plano B A saída para os oposicionistas é deixar a CPI de
lado e tentar instalar Comissão idêntica no Senado, mas com objeto mais amplo. O líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN), já admite criar a CPI do Apagão Aéreo. No Senado, a oposição tem maioria, e derrotar a idéia não será fácil para o Planalto. Mesmo sendo em maior número, a oposição deve enfrentar, no Senado, uma resistência por parte dos governistas, que irão jogar com o tempo e a não indicação de integrantes da Comissão, a exemplo do que já acontece com a CPI das Ongs. Ou seja, é quase certa uma repetição do que ocorreu com a CPI dos Bingos, instalada por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Empurrando sempre Terminou, mais uma vez, a vigência da Lei do Documento Único. Sancionada em abril de 1997, previa que dezenove documentos pessoais fossem fundidos em um único cartão magnético num prazo de cinco anos. Como o prazo não foi cumprido, decidiu-se prorrogá-lo por mais cinco anos. E novamente virou letra morta, porque o Ministério da Justiça simplesmente não regulamentou a lei. Nesses dez anos, passaram pela pasta da Justiça nada menos que doze ministros, aí já incluído o atual, o petista Tarso Genro. O custo para impressão do novo cartão de identidade magnético custaria hoje R$ 7, bem menos do que confeccionar diferentes documentos como CPF, carteira de identidade e carteira de motorista.
Ordem na casa Os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Marco
Maciel (Dem-PE) decidiram se unir para forçar a criação, no Senado Federal, de uma subcomissão permanente especializada na consolidação da legislação brasileira e para desatar o cipoal de leis e normas existentes no país. Desde 1988 foram criadas 3,5 milhões de normas legais federais, estaduais e municipais. Só de documentos federais são 8.947 e 5.491 Medidas Provisórias, contando com as reedições. Muitas dessas normas estão no limbo da inércia porque simplesmente não tem eficácia. (Foto: Célio Azevedo)
Tirando o time José Sarney, o senador com veia de escritor, teria desistido de concorrer à presidência da Associação Brasileira de Letras. A confidência foi feita pelo próprio a dois colegas imortais da Academia Maranhense de Letras. Talvez Sarney tenha se lembrado do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que teria dito que ganhar eleição na ABL é mais difícil do que virar presidente do Brasil. Juscelino perdeu a eleição por um voto na década de 70.
Galinha do ovos de ouro O discurso do ditador Fidel Castro contra as
negociações bilaterais, entre Brasil e EUA, que têm o etanol como alvo se justifica. De uns tempos para cá, o ditador cubano tem recebido de Hugo Chávez, além de uma suposta amizade, dinheiro suficiente para manter a utópica democracia na ilha caribenha. A Venezuela vive basicamente da produção do petróleo, e concordar com uma alternativa energética renovável e não poluente seria suicídio.
Sem comando Pensando bem, quem é mesmo o presidente do Brasil?
Ficou de fora (10/04/06)
-
Corumbaense e senador pelo PT do Mato Grosso do Sul, Delcídio Amaral, que mereceu o reconhecimento da coluna, dias atrás, pela atitude corajosa de optar pela votação do relatório da CPI Mista dos Correios, errou ao não cobrar a inclusão mais incisiva do nome de João Cláudio Genu , no documento. Verdadeira eminência parda do gabinete do deputado José Janene (PP-PR), Genu foi uma espécie de braço avançado do parlamentar na operação do fatídico mensalão. Genu, que, a exemplo de Janene, anda desaparecido das rodas políticas de Brasília, continua mandando nos bastidores, além de contar com os préstimos do motorista oficial do deputado paranaense. Uma espécie de conluio espúrio que jamais o senador Delcídio Amaral poderia ter endossado. Com a palavra, o candidato a sucessor de Zeca do PT, senador Delcídio Amaral.
Clique
e participe do PROGRAMA ANISTIA ZERO,
representação
popular contra a anistia política a José Dirceu,
enviando e-mail com nome completo e identificação
(Título de Eleitor ou Carteira de Identidade - com órgão
emissor)
EDITORA
SENAC SÃO PAULO
TODOS
OS CENTROS DA PAULICÉIA - O leitor fará um
city tour de mais de quatro séculos divertido e informativo,
surpreendente para todos os paulistanos – tanto os de nascimento
como aqueles que escolheram a cidade para empreender e construir
sua própria história. Editora
Senac São Paulo
PARCEIROS
.
.
.
BRASIL ACIMA DE TUDO
.
CONFIRA
A
beleza do Rio de Janeiro através das lentes do competente
fotógrafo Ricardo Zerrenner
ANUNCIE
AQUI
.
Clique
na lupa e saiba tudo sobre alguns escândalos que abalaram as estruturas
políticas do País.
Aqui,
no Túnel do Tempo, você recorda o que de
mais interessante ocorreu na política, no ano anterior.
Clique
e confira as novidades e o que há de melhor na literatura, aqui
na Prateleira Eletrônica.
Aqui
você confere as últimas Dicas do Ucho, que
traz sempre uma novidade sobre os mais variados segmentos.
Saiba
quem são os parceiros do ucho.info,
uma das colunas políticas mais lidas do País.
Anunciar
no ucho.info é entrar em contato com milhares
de leitores qualificados e formadores de opinião. Saiba mais.