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SENAC SÃO PAULO
Azeite
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expert em gastronomia e enólogo renomado, traz em
Azeite-História, Produtores e Receitas, da Editora
Senac São Paulo, além de receitas
culinárias com azeite, um roteiro para degustá-lo,
apresenta sua história na Europa e compila as descobertas
da ciência sobre suas qualidades medicinais, cosméticas
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NÊUMANNE
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Nêumanne Pinto
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do ucho.info e Delegado de Polícia Federal Antonio
Carlos Rayol
i
Memória
fraca
Quando o nome do ex-deputado Roberto Jefferson
veio à baila no
debate entre os presidenciáveis, promovido pela Rede
Record, Lula disse que o tucano Geraldo Alckmin desconhecia
o voto dado pela Câmara para cassar o mandato do ainda
presidente nacional do PTB por quebra de decoro, uma vez que
não conseguiu provar as acusações sobre
o fatídico mensalão. As provas, supostamente documentais,
que Jefferson não apresentou, vieram nas revelações
feitas pela CPi Mista dos Correios e na denúncia da Procuradoria-Geral
da República, que ofereceu denúncia contra quarenta
envolvidos, inclusive José Dirceu, grupo que o MP classificou
como quadrilha. No contraponto, não se pode esquecer
que o mesmo Lula, que hoje atira Roberto Jefferson aos leões,
declarou por ocasião da primeira denúncia que
ao então deputado daria um cheque assinado e em branco.
Mentira
deslavada
Lula faltou com a verdade quando o assunto do debate
foi o portador de deficiência física. Questionado
por Geraldo Alckmin, Lula sugeriu ao adversário que fizesse
a seguinte pergunta aos deficientes: “se existiu algum
governo que cuidou mais deles do que nóis”. Que
Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente-candidato, acredita
ser o Sassá Mutema planetário ninguém duvida,
mas a mitomania que impera nos corredores palacianos tem lhe
feito muito mal. Em novembro de 2003, quando perambulava pelo
mundo concedendo benesses, Lula vetou um dos artigos de um projeto
aprovado no Congresso que previa a isenção de
IPI e do imposto de importação de cadeiras de
rodas e aparelhos auditivos. Presidente, como a amnésia
tem sido sua patologia preferida, nos últimos tempos,
e o Brasil é um país de manipulados, pois todos
acreditam no que o governo diz, a coluna resgatou notícia
aqui publicada e lida no plenário da Câmara pelo
deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que o obrigou a recuar
e reconsiderar a barbárie cometida. Confira abaixo a
nota publicada pela coluna em 5 de novembro de 2003.
Desumanidade
oficial
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursava
em Angola, garantindo taxação zero para a importação
de produtos daquele país, o Diário Oficial trazia
a publicação de uma insanidade presidencial.
O veto do presidente a um artigo de um projeto aprovado pelo
Congresso, que previa a isenção de IPI e do
imposto de importação para cadeiras de rodas
e aparelhos auditivos. Muito pior que vetar um artigo como
esse, é ter os neurônios atrofiados, a alma surda
e o coração manco. Presidente, por mais que
Vossa Excelência queira reformar o Judiciário,
existe um tipo de justiça que ninguém reforma
e muito menos recusa convite. A divina! (Edição
número 528, em 05 de novembro de 2003)
Mordaça
rouge
Perguntado sobre os meios de comunicação,
Lula disse ser ele o “resultado da liberdade de imprensa”,
mas fez questão de lembrar que a “imprensa às
vezes abusa”. A imprensa não pode abusar, se a
Polícia Federal, que o próprio presidente tanto
enaltece, desvenda atos de corrupção cometidos
por integrantes do governo. Por essa ótica, a imprensa
apenas noticia aquilo que descobre a polícia que deveria
ser de Estado, mas é de governo. Essa mesma PF deveria
ter realizado uma devassa nas ações do governo
FHC, mas a pedido de Lula deixou a obrigação de
lado. Esse discurso de liberdade de imprensa é balela,
pois o jornalista Larry Rohter, do The New York Times, quase
foi expulso do país por ter noticiado os bebericos presidenciais.
À beira da aprovação, um projeto para amordaçar
a imprensa nacional, criado no Palácio do Planalto, foi
abortado por pressão da sociedade. Muitos donos de veículos
de comunicação, que deram espaço aos adversários
do governo Lula, foram chamados a Brasília para as devidas
explicações. Esta coluna, que ousou veicular os
principais trechos das escutas telefônicas do caso Celso
Daniel, foi tirada do ar, e seu editor foi alvo de pressões
e processos judiciais. Quando publicamos entrevista com os delgados
federais responsáveis pela prisão de Duda Mendonça
em uma rinha de galos, o editor sofreu os mais diversos tipos
de pressão.Que liberdade é essa, presidente Lula?
Perdendo
o bonde
Abusando novamente de uma cola preparada por assessores, para
propalar os números de seu próprio governo, Lula
mostrou-se despreparado para rebater as acusações
feitas por Geraldo Alckmin. Cobrado pelo tucano sobre recém-denunciado
superfaturamento nas obras do aeroporto de Congonhas, que beira
a casa dos R$ 100 milhões, Lula rodopiou, mas não
respondeu. Na verdade, mesmo sem saber o que responder, o presidente-candidato
Lula deveria ter trazido à baila as denúncias
sobre o superfaturamento das obras do Rodoanel e da recuperação
do rio Tietê. Perdida, a chance só poderá
ser retomada no próximo debate.
Analfabetismo
eleitoral
Que a leitura não freqüenta o cotidiano presidencial
todos sabem, mas é novidade o fato de o presidente-candidato
Lula não saber ler resultados
eleitorais. Durante o debate da Record, Lula voltou a dizer
que, durante seu governo, as empresas cresceram e ganharam como
nunca. Esmiuçando os resultado do primeiro turno é
possível perceber que Lula perdeu em todos os estados
produtivos da federação, o que mostra um descontentamento
do empresariado com a atual política econômica.
O que garantiu o primeiro lugar nas eleições ao
candidato petista foi o assistencialismo barato e irresponsável
que o Palácio do Planalto tanto alardeia, mas que no
médio prazo vai produzir uma quase irreversível
indignidade humana, pois milhões de brasileiros sobrevivem
da esmola oficial. (Foto: imafotogaleria.com.br)
Vôo
de urubu
Falar em crescimento econômico diante do quadro
que o Brasil enfrenta é uma sandice sem precedentes.
Com o Real supervalorizado, os juros ainda altos e a agricultura
sangrando no campo, só um desavisado para acreditar que
crescer é possível. Lula erra ao prometer o que
sabe ser impossível cumprir, pois até o vice José
Alencar, dono da Coteminas, estuda abrir uma fábrica
na China, país cuja economia o presidente Lula classificou
como sendo de mercado. Fosse coerente a conclusão do
presidente Lula sobre a China, a Coteminas, que recentemente
ganhou tomada de preços para fornecer tecido camuflado
para o Exército, não teria decidido importar o
produto da terra da maior muralha do planeta, uma vez que o
mesmo não consta da sua linha de produção.
Enquanto isso, o parque têxtil brasileiro, especialmente
a porção instalada em Santa Catarina, mingua por
conta da concorrência desleal dos produtos chineses. Pelo
menos duas empresas catarinenses, a Têxtil Renaux e Schloesser,
fabricam o produto que a Coteminas importou.
Rezando
a cartilha
Em atendimento ao pedido formulado
pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC), o ministro Marcelo Ribeiro,
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu a distribuição
e veiculação do adesivo que faz alusão
à deficiência física do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, que perdeu um dos dedos da mão
esquerda em um acidente de trabalho. A senadora Ideli argumentou,
em seu pedido, que se tratava de uma discriminação,
tese acolhida pelo ministro do TSE, que entendeu que o material
em discussão “atenta contra a dignidade da pessoa
humana, promovendo discriminação em razão
de deficiência física”, o que também
defende esta coluna. Porém, discriminação
maior existe a poucos metros do Palácio do Planalto,
onde desempregados, que vivem sob barracas improvisadas, enfrentam
a dureza da vida como catadores de papel e papelão (foto
abaixo). Por isso, Excelentíssima Senadora Ideli Salvatti,
esta coluna sugere uma revisão no conceito de discriminação.
Livro
novo
Hoje, terça-feira, 24
de outubro, o cineasta, jornalista e escritor Ipojuca
Pontes lança, no Rio de Janeiro, o livro “A
Era Lula – Crônica de um desastre anunciado”.
A obra do genial Ipojuca – colunista do ucho.info - é
uma radiografia contundente, porém absolutamente verdadeira,
do governo Lula, de 2003 até hoje. O lançamento
acontece a partir das 20 horas na livraria Letras e Expressões,
rua Ataulfo de Paiva, 1292 (loja C) – Leblon – Rio
de Janeiro. Para maiores informações ligue para
(21) 2511-5085.
Que
vergonha! A poucos dias do segundo turno, o presidente
Lula se vale, mais uma vez, da máquina estatal para arrancar
votos de eleitores desavisados. A Caixa Econômica Federal
anunciou, nesta segunda-feira, o lançamento de uma linha
de crédito especial para a compra da casa própria,
que irá beneficiar os trabalhadores domésticos,
que até então eram barrados na solicitação
de tal tipo de financiamento. Esse oportunismo barato que Lula
e o PT tanto condenaram em eleições anteriores,
agora serve para turbinar a mais nova farsa da política
nacional. Causa estranheza o fato de só após 1.391
dias de governo Lula ter percebido a necessidade de tal segmento
da população. Em outras palavras, Lula é
um FHC sarará.
Digno
de pena
Após um final de semana em que o presidente Lula tentou
digerir o explosivo conteúdo da revista Veja, que colocou
no olho do furacão o até então desconhecido
gênio Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha,
a camarilha palaciana resolveu se pronunciar sobre o assunto.
Governador eleito da Bahia e tiete da campanha do presidente-candidato
Lula, Jaques Wagner abusou do devaneio ao dizer que a reportagem
sobre o ex-monitor de zoológico, que no governo do pai-presidente
virou empresário de sucesso, mostra que “há
uma partidarização da imprensa”. Ensandecido
pela proximidade com o poder, Jaques Wagner, que deveria recolher-se
à própria insignificância, precisa urgentemente
perguntar a alguns companheiros do PT o que significa partidarização.
Caso a resposta seja algo absolutamente impossível, passar
pelos Correios, Banco do Brasil, Caixa Econômica e outros
órgãos do governo federal pode ser uma boa alternativa.
Pressão
total
Os oposicionistas que integram a CPI das Sanguessugas pressionaram
o
presidente da Comissão, deputado Antonio Carlos
Biscaia (PT-RJ), para realizar ainda hoje uma sessão
para deliberações. Os governistas alegaram ser
impossível realizar uma sessão da CPI faltando
cinco dias para o segundo turno das eleições.
Os que estão no parlamento são régia e
nababescamente pagos para trabalhar, e não para criar
desculpas que visam abafar escândalos de corrupção.
Os mesmos parlamentares que ora se recusam a trabalhar, têm
tempo de ir ao banco para conferir se o salário foi depositado.
Fosse o Brasil um país sério, boa parte dos que
por aí bravateiam já teria contemplado o nascer
do sol de maneira geometricamente distinta. O fato é
que o relatório da Polícia Federal sobre o escândalo
das ambulâncias superfaturadas tem depoimentos e informações
que, trazidos a público, podem implodir o Palácio
do Planalto.
Deu
a louca Residência
oficial do governo do Paraná, a Granja do Canguiri tem
sido palco de destemperos por parte de Roberto Requião,
que corre o sério risco de não se reeleger. Mesmo
que proporcionalmente pequena, a dianteira de Osmar Dias não
apenas obrigou a equipe de campanha do governador licenciado
a intensificar o ritmo de trabalho, como se valer de artifícios
escusos para reverter um quadro cada vez mais difícil.
No tracking telefônico realizado a pedido da campanha
de Osmar Dias, o pedetista está dez pontos percentuais
à frente de Requião. Considerando que o atual
governador tem um certo favoritismo na periferia de Curitiba
e que o trabalho de campo nesses últimos dias pode render
alguns votos a mais, a diferença deve cair no máximo
para seis pontos percentuais em favor de Osmar Dias. Na enquete
realizada pela coluna, 88,42% dos leitores acreditam ser Osmar
Dias o próximo governador paranaense, enquanto 11,58%
apostaram no nome do atual governador. Resumindo, Requião
deve começar a preparar a mudança.
Bacia
das almas Cada
vez mais próxima da derrota, a senadora Roseana Sarney,
ainda no PFL, conseguiu o que não precisava para sua
campanha rumo ao governo do Maranhão: o apoio declarado
e explícito do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Na manhã desta segunda-feira, Lula, regiamente
pago para comandar o Brasil, perdeu algumas horas do dia gravando
programa eleitoral em que declara apoio a Roseana. Imaginar
que o Nordeste vive uma fase de excelência por conta da
política social do governo Lula é uma irresponsabilidade.
Quem bem conhece o Nordeste sabe que a região está
literalmente estagnada. É preciso lembrar que há
uma enorme e abissal diferença entre política
social e construção de um curral eleitoral com
o dinheiro público. O que o governo Lula fez nos últimos
três anos e meio foi obrigar o pobre a comer na mão
do governo, sendo obrigado a corresponder nas urnas quando necessário.
Esse modelo utópico e criminoso tem funcionado há
mais de quarenta anos em Cuba, sem a possibilidade das urnas.
Engana,
o povo adora
A cada novo dia que desponta, fica claro e evidente que o acidente
aéreo com o Boeing da Gol, que causou a morte de cento
e cinqüenta e quatro pessoas, foi interpretado pelo governo
como uma potencial ameaça à campanha do presidente-candidato
Luiz Inácio Lula da Silva, que depois do escândalo
do Dossiê Cuiabá não precisava de um avião
despencando e causando estragos políticos a dois do primeiro
turno. De chofre, as autoridades afirmaram que os culpados pelo
maior acidente aéreo do País eram os pilotos americanos
que conduziam o jato Legacy. Com o passar do tempo, as afirmações
iniciais se esvaíram, dando lugar a uma lenta revelação
da verdade. O presidente da Infraero, brigadeiro José
Carlos Pereira, afirmou nesta segunda-feira, 23, que uma sucessão
de erros pode ter causado o acidente. “Pelo que sabemos
até agora, em nenhum momento se comentou em pane material
em nenhum dos dois aviões, nem nos radares terrestre.
Eram aviões novos, com sistemas modernos. É muito
difícil um transponder dar pane, é um equipamento
muito seguro. Se o transponder tivesse acionado, aquele acidente
não teria acontecido”, declarou o presidente da
Infraero. Porém, continua sem explicação
o fato de os controladores de vôo terem sido afastados
do trabalho após o trágico acidente. (Foto:
airliners.net-javier bobadilla)
Candidato
crocante
Pensando bem, a Lula cabe aquela famosa e dupla teoria de uma
conhecida marca de bolachas. Mente porque se elege e se elege
porque mente.
Flagrante
tucano (24/10/05)
- O presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo (MG),
admitiu que recebeu dinheiro do publicitário Marcos Valério
em sua campanha ao governo de Minas Gerais. De acordo com Azeredo,
o montante ofertado por Valério, que reforçou
o caixa 2 tucano, foi utilizado para pagar a locação
dos automóveis utilizados na campanha, mas que o dinheiro
foi, logo em seguida, devolvido ao publicitário mineiro.
Trata-se de uma mentira deslavada de Eduardo Azeredo, pois jamais
se viu alguém devolver dinheiro de caixa 2. O que de
fato o senador mineiro deveria fazer é renunciar à
presidência do PSDB, pois sua permanência no cargo
enfraquece o poder oposicionista dos tucanos.