Clique
e confira Asas da Mente, a produção teatral
que desmistifica as doenças mentais
Clique
na imagem acima e saiba como o seu voto pode ser roubado
CASOS
E DOCUMENTOS
Clique
e confira os casos mais polêmicos da nossa Terra Brasilis
EDITORA
SENAC SÃO PAULO
Azeite
- O autor, Luciano Percussi, um
expert em gastronomia e enólogo renomado, traz em
Azeite-História, Produtores e Receitas, da Editora
Senac São Paulo, além de receitas
culinárias com azeite, um roteiro para degustá-lo,
apresenta sua história na Europa e compila as descobertas
da ciência sobre suas qualidades medicinais, cosméticas
e terapêuticas.
ESTAÇÃO
NÊUMANNE
Clique
e embarque na Estação Nêumanne,
a página virtual do jornalista e escritor José
Nêumanne Pinto
PARCEIROS
VOX
LIBRE
Clique
e acesse o Vox Libre, blog do colunista
do ucho.info e Delegado de Polícia Federal Antonio
Carlos Rayol
i
O
que será?
Que o candidato tucano Geraldo Alckmin levou vantagem no debate
promovido pela Band, neste domingo, ninguém tem dúvidas.
Porém, se o debate definiu o estilo da campanha do segundo
turno, além de ter funcionado como uma lavanderia recíproca,
resta saber que tipo de influência o telecatch político
exerceu no eleitorado, a ponto de mudar os números das
últimas pesquisas. Enquanto os resultados de novas pesquisas
não forem anunciados, Lula permanece na dianteira, mesmo
que sua pule eleitoral exiba contornos de placê. (Foto:
Rede Bandeirantes)
Dinheiro
pelo ladrão
Dólares na cueca, dinheiro na mala, milhões
de Reais nas contas dos mensaleiros, propina nos Correios. Em
qual outro lugar poderia existir dinheiro? A sensação
de impunidade, turbinada pelo desespero que toma conta do cenário
político nacional, levou um empresário mineiro
a uma atitude insana. Há dias, um graduado executivo
de um banco estrangeiro, que funciona legalmente no Brasil,
foi procurado por um empresário de Belo Horizonte, que
entre tantas credenciais se apresentou como sendo íntimo
de um ex-ministro – de barba, diga-se de passagem –
para questionamentos bisonhos. No escritório da instituição,
em Brasília, o diretor foi surpreendido por uma necessidade
no mínimo estranha: transferir centenas de milhões
de Reais para o exterior. Assustado, o dirigente do banco preferiu
o silêncio, enquanto o empresário espertalhão
ficou a ver navios.
Rota
perigosa
Depois de bater de frente com Luiz Inácio Lula
da Silva durante as
eleições municipais de 2004, a alcaidessa fortalezense
Luizianne Lins tem apostado seu cacife político
na reeleição do candidato presidencial petista,
a quem, nos últimos tempos, tem dedicado uma inesperada
devoção. Para mostrar sua dedicação
inconteste, Luizianne não tem se incomodado de enfrentar
o imobilismo pós-eleitoral que os irmãos Ciro
e Cid Gomes tentam impor no Ceará. Caso o presidente
Lula saia derrotado das urnas, Luizianne Lins estará
com seu futuro político literalmente comprometido. Vivendo
às turras com Ciro e Cid, nos bastidores da campanha
petista, Luizianne vai acabar comprometendo a própria
administração, pois as torneiras do governo estadual
certamente secarão. Mais: abusando do livre trânsito
que tem nos veículos de comunicação, Luizianne
Lins declarou, há dias, que a ampliação
do Instituto José Frota, hospital de emergência
de Fortaleza, depende da reeleição dopresidente
Lula, que assegurou a liberação de verbas contigenciadas
para a obra. A reforma está avaliada em R$ 8 milhões.
Só o presidente renovando o mandato asseguraria a realização,
disse Luizianne. E a Justiça Eleitoral, por onde anda?
É
festa!
No momento em que os governadores eleitos se empenham na formação
do futuro secretariado e cuidam da transição de
governo, o próximo governador da Bahia, Jaques Wagner
(PT), mergulha cada vez mais na agora fragilizada campanha de
Luiz Inácio Lula da Siva, o que não significa
que o presidente-candidato não tenha chances de vencer
no próximo dia 29. Uma derrota do presidente Lula poderá
comprometer o futuro da Bahia, pois mesmo que em discurso candidatos
prometam não retaliar adversários, vingança,
principalmente política, faz parte da natureza humana.
O próximo governador baiano, que parece desconhecer o
significado de responsabilidade institucional, age como se estivesse
pulando carnaval mesmo depois da quarta-feira de cinzas.
Saia
justa
Depois de conquistar nas urnas 47,21% dos votos válidos,
em sua
corrida ao governo do Maranhão, a senadora Roseana Sarney
tem dois consideráveis problemas pela frente. O primeiro
deles será enfrentar o pedetista Jackson Lago, em segundo
turno, e o outro é aguardar uma decisão do PFL,
que pode expulsá-la do partido por ter apoiado o candidato-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva. Roseana, que novamente declarou
apoio a Lula na disputa contra Geraldo Alckmin, está
com um pé fora do PFL. Presidente nacional do partido,
Jorge Konder Bornhausen aguarda uma reunião
do PFL para referendar a vontade da maioria, o que pode acontecer
nos próximos dias. Caso a expulsão ocorra antes
de 29 de outubro, como fica a candidatura de Roseana Sarney?
Afinal, ela será uma candidata sem partido, o que não
é permitido pela legislação eleitoral.
Ninguém
merece
Uma semana depois de ter sido eleito para a Câmara
Federal, o costureiro-apresentador Clodovil Hernandes
já começa a exibir a sua pequenez, certo de que
é a última solução do planeta para
a
bandalheira que se instalou na política nacional, como
um todo. Entrevistado pelo tablóide argentino Perfil,
Clodovil declarou que não vê problema em aceitar
dinheiro para votar a favor do governo. Perguntado sobre que
valor em dinheiro seria justo para tamanha sandice, disparou:
“cada um pesa o dinheiro em sua própria balança.
Eu não resolverei os problemas de ninguém. Aqueles
que votaram em mim acreditando que eu iria solucionar os seus
problemas se enganaram, isso é uma bobagem digna de quem
foi mal colonizado”. Mostrando total despreparo para a
política, o deputado-costureiro, que corre o risco de
não desembarcar em Brasília, disse que Lula é
“um anormal que não raciocina bem, que se compara
a Jesus”. E quem é Clodovil, para avaliar a suposta
normalidade de alguém? (Foto: ofuxico.com.br)
Falta
do que fazer
Não bastasse tamanha bizarrice
discursiva, Clodovil, ao se referir à camada mais pobre
da população brasileira, declarou: “não
me interessa ser aplaudido por um mendigo que nada entende porque
não tem o que comer, quero que me aplaudam os que têm
os neurônios bem alimentados”. Fosse o Brasil um
país minimamente sério, Clodovil não teria
sido eleito. Sua expressiva votação é o
resultado do descrédito do eleitor em relação
à classe política, que nas últimas décadas
transformou o parlamento em um imundo e privado clube de negócio,
cujo balcão alarga a cada novo dia que surge. As declarações
de Clodovil Hernandes, que mereceram um pedido de providências
por parte do senador Eduardo Suplicy, podem, inclusive, convergir
para a perda do mandato. O que, diga-se de passagem, seria algo
extremamente merecido.
O
tal do poder
Como noticiou a coluna, Clodovil
Hernandes, semanas antes das eleições, tentou,
e conseguiu, embarcar em um vôo com destino a Belo Horizonte,
sem apresentar os documentos originais, o que é obrigatório
por determinação legal. Na ocasião, o ainda
candidato, que se fez representar por um terceiro, chegou a
ameaçar as funcionárias da companhia aérea,
no aeroporto de Congonhas, caso não seguisse viagem.
Por tudo que vem realizando nas últimas semanas, o mais
novo e insano deputado caminha para o ineditismo político.
Estreará nos corredores da Câmara tendo a quebra
de decoro como coadjuvante. Ou seja, não bastando os
saltimbancos que ora temos, aparece um com punhos de seda.
Repetindo
a dose Com 63% da preferência do eleitorado gaúcho
na bagagem, a candidata
Yeda Crusius não se deixou intimidar pelas acusações
de seu adversário, o petista Olívio Dutra,
durante debate realizado pela Band, no Rio Grande do Sul. Candidata
ao Palácio Piratini, sede do Executivo local, Yeda tem
sido alvo dos mesmos argumentos que Luiz Inácio Lula
da Silva vem usando contra Geraldo Alckmin: privatizações,
demissões, etc. Não se pode negar a importância
do Partido dos Trabalhadores no processo de retomada da democracia,
mas o modelo político que os barbudinhos da Botocundia
adotam é o mesmo que dominou a União Soviética
durante anos a fio. Falácias, corrupção,
fartura, aparelhamento do Estado, viagens e tudo mais que o
comunismo condena, pelo menos em tese. (Foto:
alencontre.org)
Amnésia
interesseira
Já no Paraná, o debate entre o governador licenciado
Roberto Requião (PMDB) e o senador Osmar Dias (PDT) foi
morno, diferentemente do que era esperado, especialmente pelas
últimas denúncias que despencaram sobre o Palácio
Iguaçu. Exibindo uma calma que traduzia respeito ao adversário
e não o equilíbrio de um governante – até
porque o Paraná conhece o destempero e o desequilíbrio
do governador – Requião preferiu não tocar
no assunto da fazenda Lagoa da Prata, de propriedade de seu
adversário, enquanto Osmar Dias não ressuscitou
o imbróglio da arapongagem oficial que teve o policial
civil Délcio Rasera como protagonista principal. Se roupa
suja não foi lavada no debate paranaense, quem lucrou
foi a porção indecisa do eleitorado, que poderá
nos próximos dias escolher em quem votar. Por outro lado,
Roberto Requião, que abusa da truculência para
intimidar os inimigos, continua devendo explicações
ao povo do Paraná. Duas dúzias de parentes empregados
pelo Estado, um charmoso apartamento em Paris e um milionário
imóvel na badalada Miami Beach estão na lista.
Competência
de sobra
Deputado federal que brilhou na CPI dos Correios e candidato
mais
votado no Paraná, nas últimas eleições,
Gustavo Fruet vem sendo vítima da maledicência
dos seguidores de Gutenberg. A imprensa vem divulgando, desde
a última semana, que Fruet pode fazer dupla com o também
tucano Beto Richa, hoje à frente da prefeitura de Curitiba,
para vôos mais altos em termos político-eleitorais.
As notícias dão conta que em uma eventual chapa
puro sangue do tucanato paranaense, Gustavo Fruet seria vice
de Richa. Trata-se de uma maldade, pois Fruet é areia
demais para a irrisória caçamba política
do prefeito curitibano.
Arrumando
as gavetas No
Ceará, as últimas eleições provocaram
uma interessante mudança no cenário político.
Ainda dominado pelo coronelismo, que arrasta o Estado para a
obsolescência política, o Ceará mandou para
casa, através das urnas, dois deputados estaduais que
antes da vida parlamentar integravam os quadros policiais cearenses.
Por outro lado, como a vida é feita de compensações
e o mundo não pode viver em desarmonia, três dos
eleitos no último dia 1º de outubro são apresentadores
de programas policiais. Em outras palavras, saiu de cena o fato
e entrou a notícia, mesmo que sensacionalista seja.
Muito
estranho Terra
de discórdias ímpares e soluções
à altura, Rondônia vive um momento peculiar desde
o fim das eleições. Até agora, o Tribunal
Regional Eleitoral não finalizou os trabalhos, o que
tem ceifado o direito do eleitor rondoniense de conhecer os
nomes dos vinte e quatro deputados estaduais eleitos que, em
2007, assumem o trabalho do Legislativo local. Mesmo assim,
há quem ainda defenda o sistema eleitoral como o mais
moderno do planeta. É bom lembrar que Rondônia
é um daqueles lugares onde a invenção da
justiça e da pólvora ocorreu no mesmo dia.
Portão
de embarque
Mais um capítulo bisonho foi adicionado à trágica
novela do acidente com o Boeing 737-800 da Gol. Tão logo
o acidente foi noticiado, autoridades se apressaram em divulgar
que o Legacy, fabricado pela Embraer, deveria estar voando na
altitude de 36 mil pés, e não na mesma aerovia
do Boeing, a 37 mil pés. Como a culpa pelo maior acidente
da história da aviação brasileira é
o ingrediente que qualquer campanha política não
precisa, surge uma nova versão para a tragédia.
Depois que os militares que vasculham a Serra do Cachimbo, em
Mato Grosso, conseguiram o milagre de encontrar uma cópia
do plano de vôo junto ao corpo do co-piloto do Boeing,
descobriu-se, então, que o jatinho que rumava aos Estados
Unidos deveria voar a 38 mil pés. Ora, se uma cópia
do plano de vôo foi localizada, é porque um original
do documento deve existir. E por que só agora esse detalhe
vem à tona? Tem boi na linha e ele voa. (Foto:
Florian Trojer)
Plumas
de sobra
Pensando bem, Clodovil é a Madonna de calças,
“pero no mucho”. Faz da polêmica um trampolim
para a fama.
Mais
uma mentira (10/10/05)
- O presidente Luiz Inácio, que desembarca no Rio de
Janeiro ainda hoje, vai prometer o que sabe ser impossível
cumprir. A visita presidencial à Cidade Maravilhosa tem
como objetivo fazer de uma licitação para construção
de navios para a Transpetro mais um fato supostamente positivo
para um governo que luta diuturnamente para sair da lama. É
sabido nos bastidores do poder que a construção
de navios para a Petrobras é um jogo imundo e de cartas
marcadas. Assunto, inclusive, que Delcídio Amaral, José
Janne e Silvio Pereira sabem de cor e salteado. Ou será
que vão negar a essa altura do imbróglio?